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terça-feira, 30 de junho, 2026

CEO da Suzano destaca impacto econômico, social e ambiental da nova fábrica em Ribas

Beto Abreu ressaltou a geração de emprego, sustentabilidade e investimentos em infraestrutura como pilares do projeto que transforma a região.

A inauguração da fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo marca um avanço significativo no setor de celulose e papel, com impactos que transcendem a economia regional. Para Beto Abreu, CEO da empresa, o projeto representa uma combinação exemplar de desenvolvimento econômico e sustentabilidade.

“A instalação dessa fábrica é muito relevante em termos de geração de renda, emprego e redução da pobreza. O impacto social é enorme pelas oportunidades geradas a médio e longo prazo, além de ser uma planta totalmente sustentável, baseada na economia circular”, afirmou o executivo.

Sustentabilidade em destaque

Com capacidade de produção de mais de 2,5 milhões de toneladas de celulose e 300 mil hectares de área plantada, a fábrica é projetada para operar de forma autossuficiente. “Produzimos nossa própria energia, utilizamos insumos fabricados localmente e empregamos um modelo que captura carbono em nossos plantios. Essa é uma fábrica que alia desenvolvimento econômico com sustentabilidade ambiental, social e econômica”, destacou Beto Abreu.

Geração de empregos e desafios de capacitação

Durante a construção, a fábrica empregou 10 mil trabalhadores e atualmente mantém 3 mil postos de trabalho fixos entre as áreas florestal e industrial. Entretanto, o CEO ressalta a importância de qualificar a mão de obra local para suprir as vagas que continuam a surgir.

“O estado de Mato Grosso do Sul tem praticamente pleno emprego, com um índice de desemprego de 3,5%, o terceiro menor do Brasil. O desafio agora é capacitar os profissionais para que possamos absorver essa mão de obra em nossa operação”, afirmou.

Transformação social e investimentos em infraestrutura

O impacto do projeto também é perceptível em Ribas do Rio Pardo, município de 20 mil habitantes que recebeu investimentos significativos em infraestrutura e serviços. “Construímos escolas, centros de treinamento, um hospital, mil casas e uma delegacia, além de apoiar a instalação de um posto da Polícia Rodoviária Federal. Tudo isso foi planejado em parceria com o governo estadual para oferecer saúde, habitação, segurança e mobilidade urbana tanto para os nossos funcionários quanto para a população local”, enfatizou o executivo.

Perspectivas para o futuro

Embora a fábrica tenha espaço para expansão, a Suzano está focada em consolidar o investimento atual antes de avançar para novos projetos. “Estamos concentrados em garantir que essa primeira linha, que já é bastante robusta, se estabeleça plenamente. No momento certo, avaliaremos os próximos passos”, concluiu Beto Abreu.

A nova fábrica da Suzano é mais do que um marco industrial; é uma iniciativa que redefine os parâmetros de integração entre desenvolvimento econômico, preservação ambiental e transformação social.

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