33.5 C
Três Lagoas
quarta-feira, 29 de abril, 2026

Policial do 2ºBPM de Três Lagoas tem condenação por fazer “bicos” durante licença médica mantida

Condenação é de dois anos no regime aberto.

A Justiça de Mato Grosso do Sul confirmou a condenação de um cabo da Polícia Militar, por obter vantagem ilícita durante licença médica, em Três Lagoas. Ele foi acusado de realizar trabalhos remunerados enquanto afastado por cirurgia no ombro, entre fevereiro e maio de 2022.

Segundo as investigações, autorizadas judicialmente, M.F prestou serviços de segurança em estabelecimentos comerciais e em um pub da cidade, recebendo pagamento por hora trabalhada. Interceptações telefônicas revelaram que o militar chegou a se esconder para evitar ser detectado por superiores enquanto exercia as atividades.

O Ministério Público, além da denúncia criminal, requereu a exclusão do militar da corporação policial. Em juízo, o réu negou as acusações, alegando ter prestado apenas auxílio a civis sem ganho financeiro.

A sentença condenatória impôs uma pena de dois anos, quatro meses e 24 dias de reclusão em regime aberto. A defesa do cabo interpôs apelação, argumentando que ele não tinha condições físicas para desempenhar serviços de segurança privada devido à recente cirurgia no ombro. Até o momento, a Justiça sustentou a condenação, rejeitando o pedido de absolvição feito pela defesa.

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

ICAS registra, pela primeira vez, tatu-canastra grávida em área da Suzano em Mato Grosso do Sul

Descoberta inédita ocorreu por meio do projeto Canastras e Eucaliptos, iniciativa que une ciência e conservação para proteger a espécie no Cerrado sul-mato-grossense

Agrônoma desaparece a caminho do trabalho e mobiliza buscas

Silvia Viana, de 30 anos, saiu de Santa Rita do Pardo em caminhonete da empresa rumo a fazenda próxima de Bataguassu e não deu mais notícias

Acusado de matar ex em velório vai à júri popular em Três Lagoas

Pedro Henrique Amaral responde pelo feminicídio de Gilvana de Paula Silva e a tentativa de homicídio de uma idosa de 76 anos em julgamento que começou nesta quarta-feira, 29