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Painel da Sanesul pula sequência e cliente com senha preferencial reclama de descaso

04/08/2016 – Atualizado em 04/08/2016

Por: Marcio Ribeiro

Na tarde desta quinta feira (4) o Sr. Alvimar Lima de Queiróz, de 43 anos, foi até a sede da Sanesul para recolhimento de taxa para ligação de água em sua residência.

Para isso retirou uma senha preferencial de número 186, as 13:14 minutos, conforme foto abaixo. Como informa o bilhete, deveria ser atendido 3 minutos depois. Porém, não foi isso que aconteceu.

Alvimar informou que tem implantados em sua perna esquerda 8 platinas e 16 pinos depois que sofreu acidente de moto. Ele não anda com o auxílio de bengala tampouco de muletas, mas caminha com dificuldade, arrastando a perna lesionada e sentindo dores.

À nossa reportagem, ele contou que esperou o atendimento por mais de 1 hora e meia e quando o painel mostrou números anteriores ao seu, pensou que enfim logo seria atendido.

No entanto, o painel pulou a sequência do número 186. De 184 foi para 196. Com isso, 11 pessoas passaram na sua frente. Indignado, foi pedir esclarecimentos e a atendente pediu para voltasse a se sentar e aguardar. Voltou ao seu lugar e ficou lá por mais 20 minutos esperando o atendimento. Revoltado por ter aguardado na fila por tanto tempo, saiu da agência de saneamento e se dirigiu até a Rádio Caçula para formalizar reclamação.

O reclamante disse que devido à sua lesão, sempre retira senha preferencial em órgãos públicos e em outras instituições, como em bancos, e que nunca ficou sem atendimento.

Alvimar garantiu ser esta a segunda vez que fora prejudicado na Sanesul. Em outra ocasião, uma funcionária questionou os motivos que o levaram a pegar senha preferencial. Quando contou o motivo, a atendente respondeu que “não conseguia ver nada” em sua perna. Mesmo assim, foi atendido naquela oportunidade, diferente desta quinta feira.

Questionado se leva com ele algum documento para provar que tem problema físico, Alvimar informou que não. “Não levo nenhum papel, embora meu médico tenha dado a ideia de andar com boletim de ocorrência, mas meu problema é visível, qualquer um enxerga que tenho uma perna doente”, desabafou.

Alvimar Lima de Queiróz. Foto: Marcio Ribeiro/ Rádio Caçula.

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