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Três Lagoas
sábado, 11 de abril, 2026

Controle da leishmaniose será feita em 810 casas de Três Lagoas

06/11/2018 14h44
Por: Laís Eger Penha / Por Assessoria de Imprensa

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Setor de Endemias e Controle de Vetores da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, desde setembro, vem executando as ações específicas da pactuação de borrifação residual para controle da Leishmaniose Visceral no município de Três Lagoas (MS).
A pactuação, firmada entre a SMS, Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul, prevê ações específicas, divididas em dois ciclos, em imóveis de Bairros onde houve mais registros de casos de ocorrência de Leishmaniose.

Como consta na pactuação, o primeiro ciclo, em execução desde setembro e que se estenderá até final dezembro deste ano, estabelece metas de borrifação de mais de 200 imóveis por mês. No segundo ciclo, a ser executado no período de janeiro a abril de 2019, também prevê a borrifação de mais de 200 imóveis por mês.

Detalhadamente, no primeiro ciclo, em andamento, as equipes de Agentes de Endemias já borrifaram ou estarão borrifando 135 imóveis no Jardim Oiti; 270 imóveis no Jardim Primavera; 135 imóveis no Santos Dumont; e 270 imóveis no Bairro Santa Terezinha.

Para o segundo ciclo, como explicou o coordenador de Endemias e Controle de Vetores, Alcides Divino Ferreira, apesar da meta já estabelecida, ainda não foram definidos quais os bairros que deverão receber a borrifação residual para controle da Leishmaniose.

Na pactuação, cabe ao Ministério da Saúde o fornecimento do inseticida a ser aplicado; as bombas de aspersão manual e os apropriados EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) são fornecidos pela Secretaria Estadual de Saúde; e cabe ao Município a mão-de-obra e o fornecimento dos devidos uniformes.

“O Ministério da Saúde prioriza os municípios em que foram registrados mais casos nos últimos três anos”, informou Alcides.

“Seguimos os procedimentos que devem ser adotados em todos os bloqueios químicos que são feitos nos imóveis, ou seja, no interior das residências”, comentou.

“O primeiro passo é conversar com o morador para explicar a finalidade, a necessidade e importância da borrifação e as providências que devem ser tomadas, como liberação das paredes, preparo da casa e proteção dos alimentos, entre outras medidas”, completou Alcides.

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