Aluno com deficiência intelectual teria sido forçado a engolir balão de água, onde a Justiça manteve a sentença em 2º grau, responsabilizando o Estado por danos morais e estéticos.
Funcionária de CEI descreveu aluno autista de forma inadequada e desencadeou a reação da mãe e do prefeito Angelo Guerreiro, que prometeu providências imediatas.