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domingo, 7 de junho, 2026

Grupo Libertart se apresenta em Festival Internacional

Cultura – 19/11/2012 – 14:11

O Grupo de Teatro de Três Lagoas Libertart, apoiado pela Administração Municipal, está participando da 8ª edição do Festival Internacional de Porto Murtinho – Festin Porto, que é realizado entre os dias 15 e 25 de novembro.

Este é o quarto ano que o Grupo é convidado participar do evento que faz parte do cenário cultural do Estado: “É uma satisfação apresentar nossas peças nesse Festival que reúne artistas de vários países da América do Sul, entre eles, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Argentina”, destacou o diretor do Grupo, Paulo Sanches.

O Grupo de Teatro Libertart irá representar Três Lagoas com seis componentes em duas apresentações. A primeira peça será “O Casamento de Maria Feia”, dia 16 de novembro (sexta-feira), às 21h, na Praça de Eventos José Barbosa de Souza Coelho. Já no sábado, dia 17, às 16h será apresentada a peça “Quando as Máquinas Param”, no Cine Teatro Ney Machado Mesquita.

“O CASAMENTO DE MARIA FEIA”

É uma comédia com temática nordestina, com momentos de tensões. Nada é o que parece ser nesta comédia de desenlace surpreendente. Zé das Baratas, um matador de baratas, muito orgulhoso de seu ofício, trabalha com sua inseparável e protetora irmã Matilde. Lamparina é um cangaceiro cruel e assassino e está à procura de um marido para sua filha Maria. A moça está “encalhada” por não ter sido favorecida pela natureza em termos de beleza. Os pretendentes somem quando se veem cara a cara com ela. O cangaceiro vê no matador de baratas o homem perfeito para acabar com a solteirice da filha. Zé se envolve em muitos encontros e desencontros, mil peripécias e enrascadas.

Ficha Técnica

Autor: Rutinaldo Miranda

Direção: Paulo Sanches

Figurinos e adereços: Márcia Sanches

Elenco: Daiane Colino, Juliana Pelição, Rodolfo Colino e Wagner Pincela.

Criação gráfica e trilha sonora: Wagner Pincela

“QUANDO AS MÁQUINAS PARAM”

É uma peça teatral do escritor Plínio Marcos. Ator, dramaturgo, editor de seus próprios livros, Plínio Marcos foi um retratista da luta de classes, da opressão e exploração das classes menos favorecidas da sociedade. Através de suas peças ele deu voz e vez aos excluídos. Prostitutas, travestis, cafetões, empregadas domésticas, desempregados e sem teto estão presentes em seus textos expondo de forma nua e crua medos e angústias.

A peça foi encenada pela primeira vez em 1963. São somente dois personagens em cena: Zé, um torcedor fervoroso do Corinthians que está desempregado e, Nina, sua esposa que adora ouvir novelas pelo rádio e sonha em ouvir declarações de amor de Zé. Através desta relação afetiva, a peça questiona problemas sociais, limitações econômicas que fragilizam os relacionamentos, a esperança como razão maior pra continuar lutando, dignidade, moral e ética.

Fonte: Assessoria de Imprensa / Divulgação

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