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UEMS diz que acompanhará buscas por aluno que sumiu em rio

Policial – 11/11/2012 – 08:11

Estudante de MS viajou para congresso e aproveitava para fazer turismo. Instituição diz que manterá professor no local até que corpo seja achado. 

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) informou na tarde deste sábado (10) que acompanha as buscas pelo estudante Sílvio Sandro Soares, de 36 anos, que desapareceu no rio Araguaia, no Mato Grosso. O homem viajou de Campo Grande para participar de um congresso e aproveitava para conhecer a cidade de Alto Araguaia quando o incidente aconteceu.

Conforme a assessoria da instituição, Soares era aluno da universidade e apresentou um trabalho em um congresso. A programação do evento não previa turismo. A vítima se reuniu com colegas para conhecer por conta os pontos turísticos locais.

Marlon Leal, professor da vítima que acompanhava o grupo no congresso, ficará no local até que o corpo seja encontrado. A UEMS disse que dará apoio para a família.

Buscas

A Polícia Civil do município informou que está apurando o caso e que uma equipe do Corpo de Bombeiros faz buscas pela vítima.

Segundo a mãe de Soares, Ana Virgínia Soares, 54 anos, o universitário estava acompanhado por um grupo de colegas do curso de letras da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

“Eles foram de ônibus. Assim que chegaram, na quinta-feira, meu filho foi fazer a primeira apresentação do projeto dele. E ontem, depois que terminou a segunda parte da apresentação, foi para o alojamento. Ele e os colegas se organizaram para conhecer a cidade. Pegaram uma van e foram para os pontos turísticos”, relatou ao G1.

A mulher conta que ficou sabendo que o filho tinha sumido no rio ao receber uma ligação de um representante da instituição na sexta-feira. “A primeira notícia que eu tive, mais ou menos umas 16h, foi por um telefonema de umas das professoras dele, que não havia ido na viagem, dando essa notícia triste que meu filho tinha tentado atravessar o rio. Só que meu filho não nadava”, contou.

Segundo a mãe, a primeira coisa que veio na mente da família foi que Soares poderia ter achado que o rio era raso ou que teria sido por curiosidade do estudante em conhecer o local. Mas, segundo ela, outro telefonema, desta vez do coordenador do curso trouxe uma outra versão para a história. “Ele disse que meu filho tinha escorregado”, explicou.

Ana Virgínia espera que haja uma correta apuração do caso. “Eu quero que tenha alguma apuração. Estamos longe, não sabemos o que realmente aconteceu”.

Fonte: Tawany Marry

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