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sábado, 2 de maio, 2026

Sintricom denuncia 2ª Vara do Trabalho de Três Lagoas sobre dívida trabalhista do Consórcio UFN 3.

29/01/2015 – Atualizado em 29/01/2015

Sintricom questiona 2ª Vara do Trabalho de Três Lagoas sobre dívida trabalhista do Consórcio UFN 3

A diretora de esportes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Mobiilário, Cerâmica e Montagem de Três Lagoas (Sintricom) Rita de Cássia Valéria de 38 anos denuncia que a juíza da 2ª Vara do Trabalho Daniela Rocha Rodrigues Peruca vai pagar apenas os funcionários demitidos do Consórcio UFN3, através de bloqueio de contas da Galvão, da Sinopec e Petrobras.

O pagamento dos funcionários ainda com vínculo trabalhista não tem previsão para acontecer, denuncia Rita.

Por: Cristiane Ruiz

A diretora de esportes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Mobiliário, Cerâmica e Montagem de Três Lagoas (Sintricom) Rita de Cássia Valéria de 38 anos denuncia que a juíza da 2ª Vara do Trabalho Daniela Rocha Rodrigues Peruca vai pagar apenas os funcionários demitidos do Consórcio UFN3, através de bloqueio de contas da Galvão, da Sinopec e Petrobras.

De acordo com Rita, está previsto um novo pagamento para amanhã, sexta-feira (31) , mas que contempla apenas os funcionários que já foram demitidos do Consórcio UFN3.

PERFIL

Rita de Cássia Valéria tem 38 anos, é mãe de cinco filhos sendo três deles menores de idade. É eletricista montadora do Consórcio UFN3, registrada em carteira profissional desde 3 de julho de 2012 e está sem receber salário desde 24 de dezembro de 2014.

Assim como Rita, nesta situação encontram-se ainda sete gestantes também funcionárias do Consórcio UFN3 que além dos salários atrasados, estão sem plano de saúde para realizar o pré-natal e ate mesmo o parto, sendo que duas estão próximas da data de ganharem seus bebês.

GESTANTES

É o caso de Priscila Lemo Pinto, de 36 anos que está no 7º mês de gestação e seu marido também é funcionário do Consórcio.

Assim, encontram-se com as contas todas atrasadas, plano de saúde suspenso e bastante aflitos e inseguros com a proximidade do parto de Priscila.

De acordo com a gestante, ela conversou pessoalmente com a juíza da 2ª Vara do Trabalho Daniela Rocha Rodrigues Peruca , na tarde de ontem (28) e foi orientada pela juíza que entre com uma ação coletiva juntamente com as outras gestantes funcionárias do Consórcio UFN3 através do sindicato, solicitando ao judiciário,em caráter de urgência, o pagamento dos salários atrasados.

Quanto ao plano de saúde, a juíza orientou Priscila que entre com ação individual para a retomada do benefício.

Ela questiona: “Como vou aguardar uma decisão judicial? Não tenho recurso nenhum para sobreviver em Três Lagoas e ainda arcar com as despesas do meu parto”.

Rita de Cássia Valéria questiona juíza da 2ª Vara do Trabalho de Três Lagoas sobre pagamento de salários atrasados dos funcionários da UFN3. Foto: Rádio Caçul

Gravida de sete meses, Priscila não sabe como vai conseguir sustentar sua família e anda obter recursos para seu parto. Foto; Rádio Caçula

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