07/07/2014 – Atualizado em 07/07/2014
Vice-governadoria, Câmara Federal e Tribunal de Contas são apostas de alguns deles
Por: Correio do Estado
Dos atuais 24 deputados, apenas seis não estarão brigando para manter a cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Três decidiram não disputar as eleições deste ano e, os outros, porque tentarão novos rumos.
Os que não vão submeter os nomes à avaliação dos eleitores neste ano são os dois ocupantes dos mais importantes cargos da Casa, o presidente Jerson Domingos e o primeiro secretário, Antônio Carlos Arroyo, além da segunda vice-presidente, Dione Hashioka.
Jerson Domingos, do PMDB, e Arroyo, do PR, além de ocuparem atualmente os mais cobiçados cargos da Assembleia Legislativa também acalentam o mesmo sonho para o futuro, ou seja, tornarem-se conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Dione Hashioka, que exerce o segundo mandato, é esposa do prefeito de Nova Andradina, Roberto Haskioka e decidiu não disputar a reeleição por razões pessoais.
Novos caminhos
Do PMDB, além de Jerson Domingos, quem não disputará a vaga no Legislativo estadual é Carlos Marun, que neste ano quer alçar voos mais altos, brigando por uma das oito cadeiras de Mato Grosso do Sul na Câmara Federal.
Márcio Monteiro, do PSDB, também está de olho numa das vagas de deputado federal. Atualmente, os tucanos estão representados na Câmara, em Brasília, por Reinaldo Azambuja, que nestas eleições disputa o Governo do Estado.
Quem também não concorrerá à Assembleia Legislativa é o deputado Londres Machado que, neste ano, disputa o cargo de vice-governador.


