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Residências consomem menos energia elétrica em janeiro

Economia – 29/02/2012 – 14:02

O consumo de energia elétrica no Brasil subiu 1,6 por cento em janeiro na comparação anual, diante de uma estagnação no consumo da indústria, que cresceu apenas 0,1 por cento, e uma queda no consumo residencial de 0,3 por cento.

A demanda de energia elétrica na rede nacional foi de 36.224 gigawatts-hora (GWh) em janeiro, informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) nesta quarta-feira.

A indústria consumiu 14.481 GWh, sendo que na região Sudeste, que concentra 55 por cento do consumo da indústria do país, houve queda de 3,6 por cento no consumo industrial.

O consumo dessa classe caiu 1 por cento em São Paulo e 4,3 por cento em Minas Gerais, onde o setor mínero-metalúrgico teve suas atividades afetadas também por fortes chuvas.

No Rio de Janeiro, a queda do consumo industrial foi de 13,3 por cento, diante do aumento da autoprodução de energia de grandes consumidores, com restabelecimento das unidades geradoras ou por conclusão de comissionamento de usinas, disse a EPE.

Já consumo residencial de eletricidade no Brasil somou 9.798 GWh em janeiro, influenciado pelas temperaturas mais amenas em relação ao ano passado, o que leva à menor utilização de refrigeração, por exemplo.

O segmento comercial registrou alta de 3,6 por cento no consumo de energia para 6.480 GWh em janeiro de 2012 e continua a crescer forte principalmente na região Norte, com altas de 14,4 por cento no Amazonas e 10,8 por cento no Pará.

2012

A EPE reafirmou a previsão de crescimento do consumo de energia elétrica para o Brasil em 2012, de 4,5 por cento para 450 TWh, com estimativa de crescimento de 4,7 por cento para o consumo industrial.

“Considera-se que existe margem para ocupação de capacidade instalada de produção em alguns segmentos da indústria, nomeadamente da metalurgia básica, e admite-se que tais níveis de ociosidade serão progressivamente reduzidos ao longo do ano”, diz a EPE.

A estimativa de crescimento para o consumo residencial é de 4,5 por cento, e de 5,2 por cento no consumo comercial.

No ano, os maiores aumentos no consumo de energia deverão ser nas regiões Norte, de 6,6 por cento, e Sudeste/Centro-Oeste, de 5,1 por cento, tanto pela implementação de novas plantas industriais, quanto pela melhora do cenário externo comparativamente à 2011.

Fonte: Reuters

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