27/06/2014 – Atualizado em 27/06/2014
Reinaldo Azambuja: PT e PMDB deixaram de investir bilhões em Saúde
Pré-candidato a governador do PSDB apresenta propostas para a Saúde
Por: Assessoria
O pré-candidato a governador do PSDB, Reinaldo Azambuja, disse esta manhã que o Governo federal (PT) e o Governo do Estado (PMDB) não atendem as prioridades dos cidadãos. Segundo Reinaldo, enquanto a população pede Saúde em primeiro lugar, o Governo do Estado deixou de investir R$ 224 milhões no setor em 2013, conforme relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Já o governo federal, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), deixou de aplicar R$ 32 bilhões em Saúde de 2005 a 2012.
“Eu ouvi esses dias um candidato falando ‘Mais Saúde para o Nosso Estado’, mas, segundo os números do TCU, o PT deixou de aplicar mais de R$ 30 bilhões na Saúde”, lamentou Reinaldo Azambuja. “E o Governo do Estado, conforme o TCE, deixou de investir mais de R$ 200 milhões. Se os governos do PT e do PMDB não aplicam o mínimo exigido por lei, como vai melhorar o atendimento em Saúde no nosso Estado?”, questionou o pré-candidato tucano.
Inversão de prioridades
Para Reinaldo, o problema dos governos do PT e do PMDB é a inversão de prioridades. Ele criticou o fato de a atual administração ter investido R$ 200 milhões na construção do Aquário do Pantanal.
“Eu gastaria esses R$ 200 milhões na Saúde, fazendo funcionar esses hospitais. E não é construindo. É oferecendo atendimento; colocando médicos para atender; exames e medicamentos. Temos uma inversão das prioridades. Enquanto o cidadão pede Saúde, Segurança e Educação de qualidade, nós vemos uma agenda equivocada, porque eles não ouvem as pessoas”, criticou.
Mudança com propostas
Reinaldo defendeu que é possível melhorar o atendimento em Saúde em Mato Grosso do Sul, investindo na estruturação dos polos regionais para que possam fazer os exames e os atendimentos de média complexidade, ou seja, aquele que demanda profissionais especializados e recursos tecnológicos, como é o caso de muitas cirurgias.
Segundo o tucano, o Estado precisa aportar recursos no setor, porque os municípios não dão conta de arcar com as despesas dos atendimentos. Ele lembrou que enquanto a Emenda 29 exige a aplicação de 12% de seus recursos em Saúde, segundo o TCE, o estado aplicou no ano passado 8,4%.
Conforme a imprensa local vem noticiando, com base nos relatórios do Tribunal de Contas, este é o quarto ano consecutivo que o Governo do Estado deixa de aplicar em Saúde o mínimo exigido por lei.



