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Polícia tira de circulação dois acusados de receptação de materias eletrônicos

19/09/2013 – Atualizado em 19/09/2013

Polícia tira de circulação dois acusados de receptação de materiais eletrônicos

Por: Midiamax

Investigando um caso de estelionato, praticado contra uma empresa do Rio de Janeiro, a polícia civil prendeu dois homens que praticavam golpes contra empresa de comércio eletrônico, comprando vários equipamentos com cartões clonados.

Na empresa carioca as compras eram feitas com um cartão de crédito cujo proprietário era do Rio de Janeiro, mas as entregas eram feitas em Campo Grande, em endereços fictícios.

O trabalho de investigação em Campo Grande contou com policiais das 4ª, 5ª e 6ª delegacias e um perito em informática da delegacia contra o crime organizado e foi desencadeado na madrugada de quarta-feira.

A polícia cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, sendo que em dois deles foram apreendidos documentos e computadores, para averiguação. No entanto em outros dois os policiais foram surpreendidos por uma grande quantidade de materiais eletrônicos e outras mercadorias.

Em uma residência no Jardim Tarumã, foi detido um homem de 34 anos (a identidade foi preservada), sem antecedentes criminais. No imóvel, foram encontrados fones, microfones, aparelhos profissionais para DJs, varas e facas de pesca. O material, foi avaliado superficialmente em mais de R$ 30 mil.

O proprietário do material afirmou que adquiriu a mercadoria de forma legal, pagando com o próprio cartão em sites como Ebay e Amazon. “Ele no entanto não conseguiu explicar como teria lucro revendendo a mesma mercadoria também pela internet”, afirmou o delegado Fernando Paciello, da 6ª delegacia.

No Coronel Antonino, com um rapaz de 19 anos (Identidade não foi fornecida), foram encontradas mercadorias diversas como suplementos alimentares, perfumes e eletrônicos como aparelhos odontológicos, osciloscópios (utilizados em reparos eletrônicos) e até uma cafeteira com controle remoto. O material foi avaliado em mais de R$ 20 mil.

Em conversa com os policiais, o acusado afirmou que as compras eram feitas com cartões de crédito clonados e que conseguiria os números e dados bancários com um cúmplice também através da internet.

“Ele morava com a família e os pais nem sabiam das atividades dele. Para armazenar o material, ele usava um quarto que vivia trancado. O Detalhe é que a maior parte dessa mercadoria estava etiquetada, significando que ele se preparava para colocar no comércio, através da internet”.

Foto: Divulgação

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