06/10/2016 – Atualizado em 06/10/2016
Na Casa de Leis há pouco mais de 90 dias, Pedro já é o representante do estado com maior participação em comissões, audiência e reuniões
Por: Marcio Ribeiro com O Estado
Em reunião com o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), o governador Reinaldo Azambuja, acompanhado do senador Pedro Chaves (PSC-MS) e outras autoridades estaduais do país, discutiram o repasse de recursos do governo federal aos estados brasileiros. O senador de Mato Grosso do Sul fez questão de enfatizar que a solução para a renegociação das dívidas deve levar em consideração o melhor para todas as regiões.
“A ideia de prorrogar o pagamento das dívidas estaduais precisa ser aprofundada, porque quatro estados foram beneficiados: RJ, RS, MG e SP, que representam 87% da dívida. Mas os demais 23 estados, que representam 13%, não receberam o mesmo tratamento”, explicou Pedro Chaves, no encontro ocorrido ontem (4).
O senador relatou ainda que a reinvidicação dos entes federativos foi levada ao presidente da República Michel Temer, por intermédio do senador Renan Calheiros, presidente do Senado
“O Congresso Nacional deve analisar as alternativas possíveis para esses repasses, desde que não onere a União dentro dos parâmetros definidos pelo Ministério da Fazenda”.
Com a presença de Pedro Chaves, do PSC, senadores líderes partidários também discutiram com o presidente Renan Calheiros, a pauta legislativa até o final do ano de 2016, que abrange medidas provisórias que afetam a economia do país e que dependem da aprovação do Congresso Nacional.
“Também discutimos, como prioridade absoluta, o PLN 8/2016 que trata do Fies e do Enem, a ser discutida hoje e amanhã no Congresso Nacional”, anunciou Chaves.
Na Casa de Leis há pouco mais de 90 dias, Pedro já é o representante do estado com maior participação em comissões, audiência e reuniões de articulação por recursos, integrando diretamente cinco grupos de discussão a respeito de temas nacionais. Com a ida do governador Reinaldo Azambuja à Brasília, o senador será um dos responsáveis por acompanhar as visitas do chefe do executivo que tenta captar R$ 450 milhões para o Mato Grosso do Sul, urgentemente.



