04/02/2016 – Atualizado em 04/02/2016
Por: Assessoria de Imprensa
O Ministério do Esporte vai mandar um técnico ao Estádio do Morenão, em Campo Grande, para verificar ‘in loco’ a situação do prédio e ver o que pode ser feito em parceria com o Governo do Estado para que o local volte a ser usado. O estádio está interditado desde outubro de 2014 por problemas na estrutura.
O compromisso foi firmado pelo chefe de gabinete do ministro, Ivan Alves Soares, em reunião com o deputado federal Elizeu Dionizio (PSDB), na manhã de hoje (04/02), em Brasília.
No encontro, o parlamentar enfatizou a importância do espaço de atividade esportivas, que está interditado desde o ano passado por determinação do Ministério Público, em virtude da infra-estrutura deficitária, com a falta de equipamentos modernos de segurança e sistema inadequado de evacuação em casos de emergência, entre outros fatores.
“A nossa proposta é ampliar o seu uso, além de estádio de futebol, transformar o Morenão em um centro esportivo”, afirmou Dionizio.
O chefe de gabinete disse que a pasta tem interesse em investir no estádio para torná-lo um Centro de Treinamento de diversas atividades esportivas, para tanto vai encaminhar um técnico a Campo Grande para avaliar o que precisa ser feito e orientar na elaboração dos projetos, de forma a atender as exigências legais que permitam execução das obras. “Há possibilidade, sim”, enfatizou Soares.
A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que administra o estádio, não tem recursos para as reformas necessárias, por isso não foram realizadas até o momento. Engenheiros que fizeram a vistoria em 2014 encontraram rachaduras no concreto, oxidação nas ferragens, partes da marquise comprometidas e infiltrações nas arquibancadas. Até o ano passado, o custo da reforma exigida pelo Ministério Público Estadual (MPE) era estimado em R$ 2,1 milhões.



