21.6 C
Três Lagoas
domingo, 5 de abril, 2026

Médicos advertem sobre perigos de versões manipuladas do medicamento Ozempic

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) alertaram sobre os graves riscos associados ao uso de medicamentos injetáveis alternativos ou manipulados para tratar obesidade e diabetes.

Esses medicamentos, como a semaglutida (Ozempic, Wegovy) e a tirzepatida (Mounjaro, Zepbound), exigem processos rigorosos de fabricação para garantir sua eficácia e segurança. As versões alternativas carecem de bases científicas e regulatórias, expondo os usuários a sérios riscos à saúde.

As entidades recomendam que profissionais de saúde não prescrevam essas versões e que pacientes busquem apenas medicamentos aprovados pela Anvisa. As vendas em sites e redes sociais também são desaconselhadas devido ao risco de adulteração e contaminação.

Além disso, a OMS destacou a escassez global de medicamentos, aumentando a procura por opções não oficiais e falsificadas. Em outubro, a Anvisa foi informada sobre possíveis fraudes com rótulos de Ozempic.

A orientação é adquirir medicamentos apenas em farmácias regularizadas, com nota fiscal, e seguir recomendações baseadas na ciência e ética para garantir a segurança e o bem-estar da população.

Com informações Agência Brasil

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Governo lança projeto para modernizar futebol de MS

Plano aposta em infraestrutura, formação de base e governança para fortalecer o esporte no Estado

MS se destaca nacionalmente em transparência na execução de emendas parlamentares

Decisão do Tribunal de Contas aponta Estado como referência no cumprimento de normas e controle de recursos públicos

Pesquisa do Procon aponta variação de até 118% nos preços de produtos de Páscoa em MS

Diferenças foram registradas em chocolates e pescados; consumidores devem redobrar a atenção na hora da compra