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Inflação semanal cai na primeira quadrissemana de fevereiro

Geral – 08/02/2012 – 11:02

A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou a 0,46% na primeira quadrissemana de fevereiro, após alta de 0,81% na quarta quadrissemana de janeiro, com menores custos com educação e uma queda mais forte nos preços de vestuário, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

No mesmo período de fevereiro do ano passado, o IPC-S havia mostrado acréscimo de 1,16%.

O grupo Educação, Leitura e Recreação respondeu pela maior contribuição para o resultado geral do índice no período, com a variação de preços caindo de 4,9% para 2,72% e o item cursos formais (de +8,16% para +5,37%) ainda refletindo o reajuste de mensalidades escolares de janeiro.

Também favoreceram o resultado do indicador os grupos Transportes (de +0,86% para +0,46%); Habitação, passando de alta de 0,33% para acréscimo de 0,27%; Alimentação (de +0,47% para +0,24%) e Saúde e Cuidados Pessoais, cujos preços desaceleraram a alta de 0,44% para 0,33%.

O grupo Vestuário intensificou o ritmo de queda, para 0,53% na primeira leitura deste mês, ante deflação de 0,35% na quarta quadrissemana de janeiro.

As maiores influências negativas individuais no IPC-S no período foram de tarifa de táxi (-5,84%), perfume (-1,43%), pão francês (-1,70%), vestido e saia (-3,06%), e automóvel usado (-0,63%). Já as maiores influências positivas partiram dos itens tarifa de ônibus urbano (+2,47%), curso de ensino superior (+4,47%) curso de ensino fundamental (+6,3%), aluguel residencial (+0,61%), refeição em bares e restaurantes (+0,37%).

O IPC-S da primeira quadrissemana de fevereiro foi o primeiro a ser calculado com base na nova estrutura de ponderação apurada a partir da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As leituras anteriores foram orientadas por Pesquisas de Orçamentos Familiares realizadas pela própria FGV.

A POF é um tipo de levantamento que tem por objetivo recolher informações sobre gastos e rendimentos de uma população de famílias de modo a permitir a elaboração de estruturas médias de consumo. Tais estruturas, denominadas “cestas” de bens e serviços, são utilizadas como pesos na determinação de índices de preços ao consumidor. Periodicamente, esses pesos são atualizados para refletirem de maneira mais fiel os hábitos de consumo das famílias.

O IPC-S mede a evolução dos preços de bens e serviços para famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais e residentes nos municípios de Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Apesar da coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.

Fonte: Ig

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