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sábado, 28 de março, 2026

Imagem de câmera mostra jovem antes de desaparecer em Ilha Solteira

Carmen Alves, de 25 anos, sumiu após sair da UNESP no último dia 12 de junho, onde buscas incluem uso de drone, cão farejador e análise de imagens de segurança.

A cidade de Ilha Solteira (SP) está mobilizada diante do desaparecimento misterioso da universitária Carmen de Oliveira Alves, de 25 anos, vista pela última vez na manhã do último dia 12 de junho, após deixar o Câmpus 2 da UNESP, onde cursa Zootecnia. Desde então, familiares, amigos, moradores e autoridades se uniram em uma intensa campanha de buscas e apelos por informações.

Conforme dados apurados junto à Polícia Civil e reportagens locais, Carmen foi flagrada por câmeras de segurança pela última vez às 10h09 na avenida 15 de Novembro. Relatos não confirmados indicam que ela poderia ter sido avistada também nas proximidades da Rua da Baliza, do ginásio poliesportivo e de vias que dão acesso à praia da cidade.

Desde o dia do desaparecimento, voluntários têm vasculhado regiões de mata próximas ao ginásio e ao Jardim Novo Horizonte. A Guarda Municipal tem apoiado as buscas com uso de drones e um cão do Canil da Polícia Militar de Presidente Prudente foi levado à área para rastreamento. Marcas compatíveis com pneus de bicicleta foram encontradas no solo da mata, levantando suspeitas de que possam ser da bike elétrica preta, modelo Way 500w, que Carmen usava.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Miguel Gomes da Rocha Neto, a investigação segue como “desaparecimento de pessoa” e, até o momento, não há indícios concretos de crime. “Estamos ouvindo amigos, familiares, pessoas próximas, analisando imagens e tentando montar esse quebra-cabeça com muito cuidado e seriedade”, destacou o delegado em entrevista.

Além disso, uma linha de investigação foi aberta após o relato de que um homem teria sido visto saindo da mesma área de mata com uma bicicleta semelhante à de Carmen. Esse dado está sendo apurado com atenção pelos investigadores.

Como parte das diligências, a Polícia Civil já pediu judicialmente a quebra de sigilo de dados de Carmen e de outras pessoas que possam ter ligação com o caso. A expectativa é de que a análise dessas informações possa ajudar a esclarecer o paradeiro da jovem.

Enquanto isso, os esforços da comunidade continuam. A Polícia pede que comerciantes, moradores e empresas verifiquem gravações de câmeras de segurança feitas no dia 12 de junho, especialmente a partir das 10h, em locais como a UNESP, centro da cidade, ginásio, acessos à praia e arredores. Qualquer imagem que mostre Carmen, ou que gere dúvida razoável sobre o paradeiro dela, pode ser enviada via WhatsApp para o número (18) 99620-8456. O sigilo é garantido.

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