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Grávida é agredida com socos e chutes pelo marido e perde o bebê

Suspeito agrediu vítima após ela se recusar a fazer sexo com ele

13/05/2019 12h12
Por: Redação

DOURADOS (MS) – Mulher de 23 anos, que estava gestante, foi agredida pelo marido, de 21 anos, e perdeu o bebê que esperava, em Dourados. Agressão ocorreu há uma semana e teria sido motivada porque a vítima se recusou a manter relações sexuais com o homem. Ontem, ela foi novamente agredida e denunciou o caso.

Segundo o boletim de ocorrência, o caso foi descoberto neste domingo (13), depois que a vítima acionou a Guarda Municipal por ter sido novamente agredida, desta vez por proibir o esposo de levar maconha para dentro da residência.

Conforme informações da Polícia Civil, quando equipe chegou ao local, a mulher estava sozinha na rua, chorando e com o olho esquerdo roxo. Questionada, ela disse que o marido estava bebendo e, quando ela foi pegar um cabo que havia caído no sofá, encontrou uma porção de maconha e passou a questionar o rapaz, dizendo que não aceitava que ele levasse a droga para dentro de casa, além de ameaçar chamar a polícia.

O suspeito então empurrou a mulher, quebrou o celular dela, quebrou a garrafa de conhaque que estava tomando e ameaçou a vítima de morte, momento em que ela saiu correndo em busca de ajuda.

Equipe foi até a residência e, em buscas no imóvel, foi localizado a maconha dentro do sofá do casal, conforme informado pela vítima. O homem estava bêbado e disse que comprou a droga por R$ 250 com intuito de revender.

Sobre o olho roxo, a mulher informou que, na semana passada, ela foi agredida com socos e chutes após negar relação sexual. Após o espancamento, o homem teria ficado desesperado devido ao fato da mulher estar grávida e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Vítima foi encaminhada para um posto de saúde, onde foi constatado que ela perdeu o bebê.

O suspeito foi preso e encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde foi autuado por lesão corporal de natureza grave se resultar aborto, ameaça, vias de fato, tráfico de drogas e dano (violência doméstica).

Da redação com informações do portal Correio do Estado

Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário Foto: Divulgação

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