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sexta-feira, 6 de fevereiro, 2026

Garçom acusado de matar gerente é preso pela PM neste domingo

04/11/2013 – Atualizado em 04/11/2013

Por: Ata News

O garçom William Tavares Estringuer, 24 anos, foi preso pela Polícia Militar na noite deste domingo (3), em Araçatuba. Ele é acusado de matar a tiros José Antônio Lopes Júnior, 46, que era gerente do restaurante Pompeu Grill, na avenida Joaquim Pompeu de Toledo, em Araçatuba. O crime ocorreu no domingo passado, dia 27 de outubro.

De acordo com o sargento PM Edson Koenigkan e o soldado Luís Carlos Rodrigues da Silva, o acusado foi preso em um apartamento no bairro Morada dos Nobres, periferia de Araçatuba.

A Justiça de Araçatuba havia decretado a prisão temporária por 30 dias do acusado, que até então trabalhava com a vítima no restaurante onde ocorreu o crime.

ENTREVISTA

William foi apresentado no plantão policial de Araçatuba. Após registro do boletim de ocorrência de captura de foragido, o acusado será transferido para a cadeia de Penápolis. Antes de ser colocado na cela no plantão, em Araçatuba, William Tavares concedeu uma entrevista ao portal Ata News. “Eu quero falar, não tenho nada a esconder”, disse.

Tavares nega o crime. Ele afirmou que não estava no local no dia do homicídio. “Eu estava com uma amiga em outro lugar da cidade e vou provar isso”, afirmou. “Fui preso na minha casa e não ofereci nenhuma resistência porque tenho certeza da minha inocência nesse caso”, afirmou o garçom.

William fez questão de ser fotografado pela reportagem antes de ser apresentado no plantão de Araçatuba, por volta das 23h30 deste domingo.

“Não tenho motivo para me esconder, não sou criminoso”, disse ele. O garçom disse que acredita que o estão acusando pelo fato de discussões ocorridas entre os envolvidos. “Nó batemos boca e ele chegou até a me ameaçar e a me agredir com um tapa na cara, mas não passou disto”, disse ele.

O advogado criminalista Flávio Batistella, que defende o acusado, disse nesta madrugada, por telefone, que vai entrar na Justiça com pedido de revogação da Prisão Temporária do acusado. “Ele tem emprego, residência fixa, não fugiu da cidade e, entendo que, não há motivo para ficar na cadeia”.

“Temos álibi, testemunhas e vamos apresentá-los em momento oportuno para provar a inocência do William”, afirmou o advogado.

O CRIME

José Antônio foi baleado no local de trabalho. Atingido no peito e na barriga, ele chegou a ser levado para o pronto socorro da Santa Casa, mas não resistiu. O autor dos tiros fugiu logo em seguida.

Testemunhas afirmaram à polícia que William Tavares havia discutido e que era o autor dos tiros contra o gerente. Os depoimentos embasaram o pedido de prisão do rapaz à Justiça. Conforme investigação da Polícia Civil, William era subordinado ao gerente e teria discutido com a vítima em várias ocasiões.

Um dos motivos seria atraso no horário de entrada no trabalho. Segundo a polícia, investigações apontam que William seria mesmo o autor dos disparos que mataram José Antônio. Abaixo, foto de William postada no Facebook.

Ata News

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