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Fibria pára seus trabalhos e afeta mais de 1.000 trabalhadores

Geral – 23/06/2012 – 08:06

Esta paralização afetará mais de 1.400 funcionários.

A partir do próximo dia 25 de junho até 4 de julho, a unidade da Fibria em Três Lagoas (MS) realizará a terceira Parada Geral (PG) na fábrica de celulose. O objetivo é fazer a intervenção preventiva e corretiva dos equipamentos da linha de produção, bem como a implantação de novos projetos.

A Parada Geral (PG) acontece em um período de dez dias e, em 2012, envolve 70 empresas contratadas e cerca de 1.400 profissionais temporários especializados para as atividades.

A inspeção na caldeira de recuperação é uma obrigação legal, por meio da NR 13 (Norma Regulamentadora 13 – caldeiras e vasos de pressão), momento que a Fibria aproveita para realizar a Parada Geral. “A Parada Geral é a oportunidade de realizar manutenção nos equipamentos industriais aumentando a confiabilidade operacional dos mesmos. Aproveitamos também para implantar novos projetos que não podem ser realizados com a fábrica em operação”, explica o gerente de manutenção da Fibria – MS, Fabrício Stange.

Esse período de interrupção acontece em todas as indústrias de celulose, uma vez ao ano. “A Parada Geral é planejada dentro de rígidos padrões a fim de garantir a qualidade na execução das atividades, cumprimento as demandas ambientais bem como a segurança dos trabalhadores. Assim que acaba uma parada é feita uma análise crítica sobre o processo e, logo em seguida, começamos o planejamento da próxima parada. É essa antecipação que garante o sucesso”, explica o coordenador de manutenção e da Parada Geral em MS, Marcelo Biscaro.

O investimento em manutenção considerando materiais e serviços na Parada Geral somam R$ 20 milhões. Durante os dez dias de Parada Geral, a indústria deixa de produzir o equivalente a 3.600 toneladas por dia de celulose.

Engenharia na Parada Geral:

A área de Engenharia da Fibria atuará na Parada Geral com uma série de projetos que serão implantados durante o ano. “A Parada Geral é a oportunidade para fazermos as interligações necessárias para implantação de novos projetos de modernização, que não podem ser executadas com a fábrica em funcionamento. Nós temos em torno de 18 projetos que terão intervenção, alguns começam e terminam durante a Parada Geral, outros serão desenvolvidos ao longo do ano”, diz o gerente de engenharia da unidade da Fibria em Três Lagoas-MS, Luiz Carlos Magina.

Dentre os projetos a serem implantados nesta Parada Geral, podemos destacar: o novo sistema de lavagem de toras, sistema de transporte de lodo biológico, substituição do transportador de cascas, rede de utilidades para a área de produção de corretivo de solos, sistema de impressão de fardos de celulose e outros.

A Engenharia contará com a participação de 10 empresas contratadas e um efetivo de aproximadamente 120 trabalhadores.

Saiba mais:

Parada Geral: A fábrica da Fibria em Três Lagoas passará por manutenção e nesse período a produção de celulose é suspensa. Manutenção: O principal trabalho da Parada Geral é a inspeção da Caldeira de Recuperação.

Investimentos: Para os serviços de manutenção em equipamentos da fábrica o investimento programado é de R$ 20 milhões. Empresas: Cerca de 70 empresas foram contratadas pela Fibria para os serviços de manutenção dos equipamentos.

Produção: A fábrica da Fibria em Três Lagoas tem capacidade para produzir 1,3 milhões de toneladas de celulose por ano. A produção é embarcada no Porto de Santos.

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria possui capacidade produtiva de 5,25 milhões de toneladas anuais de celulose, com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, opera o único porto especializado em embarque de celulose, Portocel – Terminal Portuário de Barra do Riacho (ES).

Com uma operação integralmente baseada em plantios florestais renováveis localizados nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia, a Fibria trabalha com uma base florestal total de 1,077 milhão de hectares, dos quais 403 mil são destinados à preservação permanente.

Fonte: Assessora de Imprensa / Rádio Caçula/Arquivo

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