por Robson Trevisan
No mês em que celebrou seu aniversário, a Eldorado Brasil também fez um “balanço” dos principais números e conquistas alcançadas ao longo de 11 anos de operação.
Uma das maiores fábricas de celulose do mundo está em Três Lagoas, às margens do rio Sucuriu, e já processou 58 milhões de metros cúbicos de madeira em toda a sua história.
São 400 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto, 100% sustentáveis. Toda madeira utilizada, é plantada. O ciclo entre o plantio e a colheita é de sete anos, tempo em que o solo – abaixo das copas das árvores – reabsorve todo material orgânico da própria floresta.
Outro número importante para a empresa é a produção total de celulose: da partida da fábrica, até hoje, já foram 18 milhões de toneladas.
De acordo com a própria Eldorado Brasil, o segredo do sucesso está no investimento feito “nas pessoas”.
O Centro de Treinamento Florestal (CTF), por exemplo, acumulou mais de 64 mil horas de capacitação, em 2023. Mais de 1.300 colaboradores foram treinados.
“O segredo do nosso sucesso é que a nossa conexão vai além da formalidade profissional. Somos uma família. Nossos colegas são verdadeiros companheiros de jornada”, explanou Carlos Justos, gerente geral de operações florestais.
Inovações
Um dos destaques de 2023 foi o programa Prato no Ponto, considerado uma verdadeira “revolução” na forma de se alimentar no campo. Com ele é possível, diariamente, a escolha entre até 10 opções de cardápio nutritivo que podem chegar à mesa do colaborador, onde quer que esteja, na temperatura ideal para o consumo.
Ainda em 2023 foram implementadas as Estações de Saúde Eldorado em Selvíria, Água Clara e Inocência que dão acesso à consultas online com médicos de diversas especialidades.
No vídeo produzido especialmente para a festa de confraternização dos colaboradores da área florestal, um dos destaques de inovação do ano ficou para o projeto “Floresta Máxima Produtividade” que estuda – em detalhes – a relação entre os diferentes clones de eucalipto e as várias possibilidades de manejo.
Esse tipo de pesquisa ajuda a validar as melhores práticas que vão, no futuro, resultar numa produtividade florestal ainda maior.


