Responsável por trazer evento inédito para Três Lagoas, Diego Everest destacou o formato 360°, além do impacto econômico e do sucesso do festival
Em clima de grande expectativa, o empresário Diego Everest, um dos responsáveis por trazer o festival “Cê Tá Doido” para Três Lagoas, concedeu entrevista à Toninha Campos na última quinta-feira, 02, em seu programa na 96 Caçula. Durante o bate-papo, ele revelou detalhes sobre o formato inovador do show, a estrutura diferenciada e o impacto positivo que o evento já vem gerando na cidade.
Segundo Diego, o “Cê Tá Doido” chega com uma proposta inédita para o público local, apostando em um palco 360°, onde os artistas se apresentam no centro, cercados pelo público em todos os lados. “É um formato diferente, inovador. O público fica em volta do palco e os artistas se alternam, valorizando todos os setores. É uma experiência única”, explicou.
O evento, criado por escritórios que gerenciam artistas como Ícaro & Gilmar, Panda e Humberto & Ronaldo, já é considerado um fenômeno nacional. A ideia surgiu a partir da gravação de um DVD em um posto de gasolina em Santa Fé do Sul, conceito que foi mantido e adaptado para os shows itinerantes. Em Três Lagoas, toda a estrutura remete a esse cenário, incluindo elementos temáticos que simulam um posto.
Além do espetáculo musical, Diego destacou o impacto econômico significativo gerado pelo evento. De acordo com ele, a rede hoteleira da cidade está completamente lotada, com visitantes sendo direcionados até para municípios vizinhos. “Eventos como esse movimentam tudo: hotéis, comércio, salões de beleza, roupas. É uma cadeia inteira sendo beneficiada”, afirmou.
A programação prevê abertura dos portões às 17h, com início dos shows por volta das 20h. Diferente dos formatos tradicionais, os artistas se apresentam simultaneamente ao longo de cerca de cinco horas, garantindo uma experiência contínua para o público.
A expectativa de público gira entre 8 mil e 10 mil pessoas, em um modelo mais intimista e concentrado. “Não é um evento para multidões gigantes, mas sim para proporcionar uma experiência diferenciada, mais próxima”, destacou o empresário.
Outro ponto abordado na entrevista foi a questão da meia-entrada, que costuma gerar dúvidas entre os participantes. Diego reforçou a necessidade de carteirinhas dentro do padrão exigido por lei e apresentou alternativas como a meia solidária, que permite desconto mediante a doação de alimentos não perecíveis.
Para o sábado, além da estrutura e das atrações musicais, o público pode esperar um grande show pirotécnico, considerado um dos momentos mais aguardados da noite.
Ao final, Diego agradeceu o apoio da Caçula e da população, reforçando a importância da parceria com os veículos de comunicação para o sucesso do evento. “A cidade abraçou o projeto. Já é um fenômeno antes mesmo de começar”, concluiu.


