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26/06/2014 – Atualizado em 26/06/2014
Pessoas passaram mal e foi necessário apoio do Corpo de Bombeiros
Por: Ray Santa Cruz
Nesta quinta-feira (26) a Justiça de Três Lagoas determinou a reintegração de posse de uma área invadida por 60 famílias na região do bairro Vila Piloto.
A reintegração aconteceu na manhã de hoje, as famílias que ocupavam o terreno já haviam construído ou iniciado construções na área, e foi necessário que tratores e máquinas demolissem as casas.
A Polícia Militar (Rondas Ostensivas Táticas do Interior) esteve no local da operação acompanhando e dando apoio aos agentes da prefeitura e oficiais de justiça, as orientações eram para que os policiais mantivessem a ordem caso as famílias invasoras se negassem a sair do local.
Os chamados sem tetos entraram em completo desespero no momento da reintegração, mulheres com crianças de colo assistiram de camarote a demolição dos barracos e algumas pessoas passaram mal devido o ocorrido. Militares do Corpo de Bombeiros deram assistência às pessoas.
Moradores se uniam e retiravam materiais como telhas, portas e janelas, das edificações já construídas, afim de salvar alguma coisa da destruição. A área pertencente a Prefeitura Municipal, foi sendo ocupada pouco a pouco, há alguns meses, e os líderes do movimento alegavam não ter aonde residir, devido os altos valores de alugueis da cidade.

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26/06/2014 – Atualizado em 26/06/2014
Pessoas passaram mal e foi necessário apoio do Corpo de Bombeiros
Por: Ray Santa Cruz
Nesta quinta-feira (26) a Justiça de Três Lagoas determinou a reintegração de posse de uma área invadida por 60 famílias na região do bairro Vila Piloto.
A reintegração aconteceu na manhã de hoje, as famílias que ocupavam o terreno já haviam construído ou iniciado construções na área, e foi necessário que tratores e máquinas demolissem as casas.
A Polícia Militar (Rondas Ostensivas Táticas do Interior) esteve no local da operação acompanhando e dando apoio aos agentes da prefeitura e oficiais de justiça, as orientações eram para que os policiais mantivessem a ordem caso as famílias invasoras se negassem a sair do local.
Os chamados sem tetos entraram em completo desespero no momento da reintegração, mulheres com crianças de colo assistiram de camarote a demolição dos barracos e algumas pessoas passaram mal devido o ocorrido. Militares do Corpo de Bombeiros deram assistência às pessoas.
Moradores se uniam e retiravam materiais como telhas, portas e janelas, das edificações já construídas, afim de salvar alguma coisa da destruição. A área pertencente a Prefeitura Municipal, foi sendo ocupada pouco a pouco, há alguns meses, e os líderes do movimento alegavam não ter aonde residir, devido os altos valores de alugueis da cidade.

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