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terça-feira, 17 de fevereiro, 2026

De ônibus abandonados a foco de Aedes Aegypti, organização do pátio do DOS deixa a desejar

26/01/2016 – Atualizado em 26/01/2016

Por: Ana Carolina Kozara com fotos de Rádio Caçula

A falta de estrutura e organização da administração pública municipal ficou em evidência novamente nesta terça-feira (26), quando a equipe de reportagem da Rádio Caçula foi acionada pelo povo três-lagoense a verificar a situação do pátio da sede do DOS (Departamento de Obras e Serviços), localizado na Rua Trajano dos Santos, que de acordo com informações estava abandonado e apresentava diversos focos de dengue.

No local, nossos repórteres encontraram um cenário de destruição, com amontoados de lixo pelo terreno, mesas e cadeiras escolares quebradas e empilhadas, já sendo encobertas pela vegetação, banheiros químicos abandonados e expostos ao tempo, servindo como foco de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, vetor da dengue, zika vírus e chikungunya.

O que mais chama a atenção no cenário de guerra que se tornou o pátio do DOS é o cemitério de ônibus escolares, no local existem doze veículos e de acordo com informações de funcionários que não quiseram se identificar, oito deles estão na fila da manutenção para voltar a circular a partir do dia 15 de fevereiro e os outros quatro estão sucateados.

No terreno, também foi encontrada uma van, que no passado era utilizada para realizar o transporte de pacientes que fazem tratamento na rede municipal de saúde e atualmente o veículo está abandonado, sendo deteriorado pela ação do tempo, enquanto os pacientes, na maioria das vezes com sérios problemas de locomoção, precisam ser transportados em veículos de pequeno porte.

Enquanto a equipe de reportagem registrava as imagens do terreno público, um funcionário público chegou até o pátio e tentou impedir os trabalhos da imprensa alegando que para realizar filmagens no local a prefeitura municipal deveria expedir um documento oficial autorizando que as imagens sejam capturadas e em ato intimidador ameaçou acionar a Polícia Militar para retirar os funcionários da Rádio Caçula do local, porem percebendo que a equipe não se amedrontou o funcionário foi embora e ao ser questionado sobre sua identidade, o homem afirmou que só informaria seu nome se a prefeitura municipal autorizar.

Vale ressaltar que apesar de o terreno ser público e a entrada do povo não ser proibida, a equipe de reportagem comunicou o segurança do local, que permitiu a entrada dos repórteres.



https://youtube.com/watch?v=rxBhQC2pb-w

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