30/03/2017 08h08
Construção do novo hospital vai abrir mais 150 vagas de emprego
Contratações vão ocorrer durante o andamento da obra e nas próximas semanas interessados devem procurar o Departamento de Recursos Humanos no local da construção
Por: Infoco Bolsão
Uma boa notícia. A construção do novo Hospital Regional de Três Lagoas, que também está sendo chamado de Hospital Universitário, vai garantir a geração de cerca de 150 empregos diretos. A informação é do engenheiro Armando Nonose, diretor técnico da empresa Sial Engenharia, de Curitiba, que será responsável pela obra.
De acordo com o engenheiro Armando Nonose, algumas pessoas já estão trabalhando no local, mas em breve quando o canteiro de obras for concluído é ter um departamento pessoal no local, onde o Hospital será construído para a contratação dos trabalhadores, como pedreiro, carpinteiros e ajudantes.
O novo hospital ocupará uma área de 26.466,28 m2 e contará com área construída de 19.409,52 m2 e 138 leitos distribuídos em três pavimentos. Orçada inicialmente em R$ 68,4 milhões, a obra foi contratada por R$ 56,4 milhões e deve ser concluída em dois anos,disse secretário estadual de Infraestrutura, Marcelo Miglioli.
“Vamos trabalhar forte para entregar o hospital antes desse prazo, mas é necessário deixar claro que não trabalhamos com prazos políticos e sim prazos exequíveis”, afirmou.
O hospital servirá a região cuja população hoje recorre ao atendimento de urgência em Campo Grande e nas cidades paulistas que fazem divisa com Mato Grosso do Sul. A falta de um hospital de grande porte – e público – na região da Costa Leste traduz a demanda histórica de todo o chamado Bolsão, que se tornou um polo do agronegócio e atraiu os maiores investimentos privados dos últimos anos.
De acordo com o projeto executivo, além de referência como unidade regional, o Hospital de Três Lagoas será núcleo de ensino e pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e atenderá também a população de Água Clara, Bataguassú, Brasilândia, Santa Rita do Pardo e Selvíria. Do total de investimentos, R$ 34 milhões foram garantidos pelo governador Reinaldo Azambuja via BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), com o apoio da bancada federal.
“A saúde pública é municipalizada, mas isso não impede que o governo invista na melhoria dos serviços em todo o Estado. Enquanto as gestões anteriores aplicaram 4% na saúde, no ano de 2015 aplicamos 12,7% e seguimos avançando em um patamar no qual é possível afirmar que o Estado está fazendo a sua parte como nunca fez, mesmo em um momento de crise. Essa é a construção de uma lógica regional de atendimento mais digno às pessoas”, afirma o governador.
AtrasoA obra deveria ter sido iniciada em 2014, contudo houve desistência da empresa contratada e a atual gestão constatou incorreções no projeto original, que passou por readequações. O hospital será construído em terreno doado ao município pelo empresário Magid Thomé Filho, no Distrito Industrial (rodovia BR-158), e além de atender ao curso de medicina da UFMS auxiliará os atendimentos do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, principalmente nas especialidades de trauma.
O Governador afirma que o hospital pode ser entregue ainda antes do previsto porque com todo o dinheiro em caixa, a empresa não terá problema em repasse de recursos.



