No final da noite desta terça-feira (13) o 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Três Lagoas foi informado via telefone 193 (emergência), sobre um incêndio que estaria ocorrendo no pátio de uma madeireira localizada na Avenida Ranulpho Marques Leal (BR-262).
Segundo os moradores da vizinhança, as chamas haviam atingido uma “pilha” de madeiras em estoque e causava sérios riscos de alcançar a parte do escritório da empresa e se posteriormente alastrar para outros prédios ao lado, podendo atingir ainda uma casa de shows.
PELO PROPRIO DONO
Os bombeiros fizeram o combate às chamas e por volta das 05h20min desta quarta-feira (14) retornaram ao local para combater um novo principio de incêndio e constaram que o proprietário da madeireira estaria ateando fogo em matos existentes na parte interna do estabelecimento.
Ao indagá-lo sobre a atitude indevida, o comerciante relatou que colocou fogo no dia anterior e nesta data por temer que pessoas desconhecidas pudessem incendiar o mato e causar um incêndio em sua propriedade. Vizinhos revoltados com a situação solicitaram junto à equipe dos bombeiros que comunicasse o ocorrido a Polícia Militar Ambiental (PMA) de Três Lagoas, para se tomar as devidas providências referentes ao caso.
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Duas pessoas, uma estudante de 21 e um marceneiro de 38 anos foram detidos pela Polícia Militar nesta terça-feira (13) sob acusação de violação de domicilio. Conforme dados policiais, denúncias anônimas informaram que a dupla estaria residindo irregularmente em um galpão abandonado no bairro Guanabara.
A guarnição policial se deslocou até a Rua Idolino Garcia Leal, próximo a Avenida Clodoaldo Garcia e constatou a veracidade da informação, localizando no interior do imóvel, a jovem J.P.R.S, conhecida como Raissa e L.L., chamado de “Cabelo”.
Em vistorias no galpão desativado e fechado com um portão – para impedir a entrada de invasores - a polícia constatou um “gato de luz”, que estava fornecendo de forma indevida, energia elétrica no imóvel. Os suspeitos confirmaram que estaria dormindo no local há dois dias e que o “gato” feito teria sido executado por outra pessoa desconhecida.
Duas bicicletas que estavam no local foram apreendidas com a dupla. Uma delas estava com o número do quadro raspado e segundo o marceneiro, dono do material, teria adquirido o veículo de uma pessoa desconhecida por R$ 30,00. Além da invasão, o homem vai responder por receptação. Ambos foram encaminhados para a 3º Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas.
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Um acidente grave envolvendo foi registrado na tarde desta terça-feira (13) pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) de Três Lagoas no KM 60 da rodovia MS- 112, que liga Três Lagoas ao município de Inocência-MS.
Conforme dados policiais, uma carreta trafegava pela rodovia no sentido Inocência/Três lagoas e por motivos a serem esclarecidos, perdeu o controle do veículo, saiu da pista e capotou por várias vezes.
Marcas de frenagem ficaram marcadas na pista e existem suspeitas que o profissional ao notar que estaria saindo da pista pela direita, tentou retornar o caminhão na rodovia quando perdeu o controle da direção.
Com a força do impacto, o passageiro foi arremessado para fora da cabine. O caminhoneiro não teve a mesma sorte e ficou preso às ferragens e teve que receber auxílio de homens do Corpo de Bombeiros de Três Lagoas que desencarceraram a vítima que foi resgatada ao Hospital Auxiliadora de Três Lagoas com ferimentos diversos pelo corpo.
A ocorrência mobilizou duas viaturas dos bombeiros e oito homens. O caminhão Ford Cargo pertence à empresa Eldorado Brasil - fábrica de celulose que atua na zona rural de Três Lagoas – ficou destruído no acidente, chegando a arrancar por completo um dos eixos da carreta.
O incidente aconteceu na região conhecida como “Bar do Cazuza”.
Infográfico: A Expedição VEJA, quilômetro a quilômetro
Os números revelam a transformação radical na economia do município. Em 2013, a cidade de 105.000 habitantes exportou 1,1 bilhão de dólares. Dez anos antes, haviam sido 7,6 milhões.
A distância dos grandes centros foi compensada pelo fato de Três Lagoas ter uma posição privilegiada, porque está situada à beira do Rio Paraná. Isso permite o uso do transporte fluvial, mais barato do que o rodoviário e o ferroviário. Daqui, também é possível chegar a cinco Estados diferentes num raio de 280 quilômetros.
Os empreendedores só abriram os olhos para essas vantagens depois que o Estado e a prefeitura instituíram uma política de benefícios fiscais. As companhias que se instalam no parque industrial recebem gratuitamente o terreno com asfalto, luz e água, o que facilita a logística da produção. "As grandes empresas não vêm para o interior se não tiverem incentivo", diz a prefeita Márcia Moura (PMDB).
Com o programa de atração de empresas, a cidade viu sua população se elevar significativamente em um curto período de tempo. A renda per capita média cresceu 110,26% em vinte anos. Nos próximos meses, serão inaugurados em Três Lagoas uma faculdade de medicina e um hospital da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).
A geração de riquezas pelas indústrias incrementou o comércio. Desde 2005, uma norma local incentivou as lojas a funcionarem 24 horas por dia para atender os empregados dos três turnos das fábricas.
A cidade de 110.000 habitantes tem unidades da lanchonete Bob's, das lojas Americanas e vai receber em breve seu primeiro shopping center.
Com a criação acelerada de vagas (apenas uma das fábricas de celulose responde por 30.000 postos diretos e indiretos), o município se aproximou do pleno emprego. Três Lagoas passou a atrair mão de obra de outras cidades e recebeu mais de 300 haitianos que hoje trabalham nas indústrias locais.
Um dos imigrantes do Haiti é Chedelin Pierre, de 28 anos, que chegou há um ano e sete meses. Em duas semanas, antes mesmo de ter o domínio da língua portuguesa, ele já estava empregado.
De lá para cá, o salário dobrou e chegou a 1.600 reais. Ainda é pouco para os planos de Pierre, que quer ser engenheiro, mas ele não se queixa: "Foi um amigo que me indicou para vir para cá por causa da oferta de empregos. E não posso dizer que está ruim", afirmou ele ao site de VEJA. Os treslagoenses também não.