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Apaixonada e obcecada, mulher é detida após vários trotes na PM

23/10/2013 – Atualizado em 23/10/2013

Por: C.G. News

Ketlyn Ferreira Xavier Rodrigues, 21 anos, foi detida na tarde hoje (22) por passar um trote no Corpo de Bombeiros. O falso chamado dava conta de uma tentativa de homicídio, com duas pessoas atingidas por disparos de arma na conveniência Giba, na avenida Manoel da Costa Lima, em Campo Grande.

Uma viatura do tático da Polícia Militar e duas unidades de resgate do Corpo de Bombeiros se deslocaram até o local mas, chegando lá, as equipes constataram que se tratava de um trote. Na verdade, Ketlyn é velha conhecida da Polícia – existem vários boletins de ocorrência registrados no nome dela, como autora de perturbação do sossego ou vítima de violência doméstica e ameaça.

Em todas as queixas está envolvido o nome de Alexandre Lages da Silva, 28 anos. Ele é funcionário da conveniência e, segundo ele, Ketlyn nutre uma paixão platônica e, como forma de provocação, passou a ligar com freqüência para os órgãos de segurança informando falsas ocorrências no local.

Eles se conheceram há três anos, em um curso noturno e, desde então, a moça não parou de pegar no pé de Alexandre, que já perdeu dois empregos por causa dos transtornos causados por Ketlyn. “Essa mulher causa muito. Já troquei de celular, até o meu chefe já trocou, mas ela não para de ligar aqui e atrapalhar o trabalho de todo mundo. Como resolvemos deixar de lado, ela apelou, e começou a inventar coisas para a Polícia”, conta Alexandre.

Sem emprego – O proprietário da conveniência, Inácio Antônio de Carvalho, conta que chegou a demitir Alexandre, mas resolveu readmiti-lo três meses atrás, depois que ele perdeu o emprego em uma transportadora, também por causa de Ketlyn. “Mandei ele embora porque a situação estava insuportável. Quando fiquei sabendo que ele estava desempregado, resolvi dar uma segunda chance, porque ele é um bom funcionário, uma pessoa de confiança”, afirma.

Quando Alexandre trabalhava na transportadora, Ketlyn chegou a ir até o local e chamar a PM afirmando ser vítima de seqüestro. Outras ocorrências envolvem o relacionamento conturbado dos dois, e Alexandre chegou a passar duas noites preso depois de ser acusado de agredi-la, mas, segundo ele, foi liberado depois que as acusações se mostraram falsas. “Nunca tive nada com ela, não namoramos, nunca ficamos. Essa mulher é louca”, reforça.

Ketlyn foi conduzida para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) Piratiniga, e terá que prestar esclarecimentos por falsa comunicação de crime.

Desserviço – A Polícia Militar reitera que não deixa de atender nenhum chamado, mas, condutas como a de Ketlyn atrapalham o trabalho da Polícia, além do deslocamento desnecessário, que gera gastos e faz com que ocorrências reais deixem de ser atendidas.

Foto: Ilustrativa

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