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Três Lagoas
terça-feira, 17 de fevereiro, 2026

A casa caiu pro crime em Três Lagoas

Um dia após os últimos golpes aplicados em lojas de materiais para construção de Três Lagoas, indivíduos suspeitos foram presos

Os supostos estelionatários teriam levado ilicitamente de duas empresas da cidade, levando os comerciantes a erro, indicavam os dados para elaboração da nota fiscal e carregavam os materiais

Na tarde desta quarta-feira (06/12), Policiais Civis da 1ª Delegacia de Polícia e da Seção de Investigação Geral (S.I.G.) de Três Lagoas conseguiram recuperar uma grande quantidade de materiais de construção produtos de crime de estelionato, retirados ilicitamente de duas empresas da cidade. Além disso, os policiais conseguiram prender indivíduos suspeitos de receptação desses produtos.

A ação, coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia, teve início após o registro de uma série de golpes e fraudes em dois estabelecimentos comerciais de construções, nos quais estelionatários se passavam por fazendeiros da região, a fim de induzir os comerciantes a erro, indicavam os dados para elaboração da nota fiscal e carregavam os materiais, deixando-os nas casas de receptadores, sem pagar pelos produtos. Os policiais, após investigações minuciosas, identificaram uma rede envolvendo crimes de estelionato e receptação que estava atuando ilegalmente na região.

Durante a operação foram recuperados diversos itens de construção nos Bairros Vila Piloto, Vila Nova, região central e nas áreas invadidas da cidade, incluindo postes de eucalipto, vigas, telhas, cimento e materiais diversos, que totalizam um prejuízo significativo aos comerciantes, alçado em mais de R$25.000,00. A rápida resposta da Polícia Civil foi fundamental para evitar que esses produtos chegassem ao mercado ilegal, prejudicando comerciantes e consumidores. Ainda foi feito contato com a Delegacia de Polícia de Aparecida de Taboado, que conseguiu localizar e recuperar mais materiais que haviam sido entregues de forma ilícita.

Foram detidos quatro suspeitos de receptação durante a operação, os quais foram conduzidos à Delegacia para prestar esclarecimentos e posteriormente liberados mediante termo de compromisso. A investigação ainda prossegue para identificar outros membros da organização criminosa.

Diante desse cenário, a Polícia Civil orienta as pessoas a não comprarem ou de qualquer forma ocultarem objetos sem comprovação de origem e por quantia abaixo da oferta de mercado, pois podem vir a responder tanto por receptação culposa, quanto dolosa, cuja pena pode variar de 1 a 4 anos, além de multa.

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