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terça-feira, 31 de março, 2026

A carne nossa de cada dia mais longe do prato do brasileiro

Os preços dos alimentos voltaram a subir em novembro, com destaque para o aumento de 8,02% nas carnes, marcando a quarta alta mensal consecutiva. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os cortes de carne que mais sofreram reajustes foram alcatra (9,31%), chã de dentro (8,57%), contrafilé (7,83%) e costela (7,83%). Além das carnes, outros alimentos também registraram altas significativas, como óleo de soja (11%) e café moído (2,33%). A alta de 8,02% nas carnes é a maior desde dezembro de 2019, quando o aumento foi de 18,06%.

O IPCA de novembro saiu de uma elevação de 0,56% em outubro para 0,39%. As despesas com alimentação e bebidas passaram de um avanço de 1,06% em outubro para 1,55% em novembro, contribuindo com 0,33 ponto percentual para a taxa de 0,39% do IPCA do mês.

A alimentação no domicílio aumentou 1,81% em novembro, marcando a terceira alta consecutiva e a maior taxa desde janeiro. Já a alimentação fora do domicílio subiu 0,88%, com o lanche aumentando 1,11% e a refeição fora de casa avançando 0,78%. Nos últimos três meses, a alimentação no domicílio acumulou uma alta de 3,63%, enquanto o grupo alimentação e bebidas subiu 3,14%. Nos 12 meses encerrados em novembro, o grupo alimentação e bebidas teve um acréscimo de 7,63%, e a alimentação no domicílio subiu 8,41%. O IPCA do período ficou em 4,87%.

Com informação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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