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terça-feira, 7 de abril, 2026

PMA prende 100 redes e multa três pescadores em R$ 1.100,00 cada

Com os infratores ainda foram apreendidos dois barcos, dois motores de popa e 60 kg de pescado.

25/07/2018 08h48
Por: Laís Eger Penha / Por Assessoria de Imprensa

Durante fiscalização no rio Quitéria, Policiais Militares Ambientais de Aparecida do Taboado (MS) prenderam três pescadores paulistas por pesca predatória. Os policiais surpreenderam os pescadores na terça-feira (24) à tarde, em duas embarcações, pescando com redes de pesca (petrechos proibidos).

Com os infratores houve apreensão recorde de petrechos proibidos de pesca do tipo redes em uma pescaria. Foram apreendidas em torno de 100 redes (algumas estavam emendadas), medindo 5.300 metros, além de dois barcos, dois motores de popa e 60 kg de pescado.

Os infratores, um de 36 anos, residente em Mira Estrela (SP) e dois de 25 e 55 anos, residentes em Fernandópolis (SP) receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Aparecida do Taboado, juntamente com o material apreendido, onde foram autuados em flagrante por crime ambiental de pesca predatória e saíram depois de pagar fiança. Eles poderão pegar pena de um a três anos de detenção. Cada autuado também foi multado administrativamente em R$ 1.100,00.

Fiscalizações dessa natureza são fundamentais para a prevenção à pesca predatória, tendo em vista o grande poder de captura e depredação dos cardumes dos petrechos proibidos de pesca como esses apreendidos pelos policiais. Além disso, para ocorrer prisões dessa natureza, há grande dificuldade, pois tais petrechos são armados em curto espaço de tempo e os pescadores não permanecem no rio durante a pescaria, fazendo somente a retirada dos peixes, também em tempo bastante curto.

No caso em questão, pode-se observar que os infratores não possuíam nenhum petrecho de pesca legal, como molinetes e caniços. Ou seja, iriam armar essa grande quantidade de redes e ficariam apenas retirando o pescado durante todo o período da pescaria, resultando, no final, a retirada de toneladas de pescado, caso a PMA não os prendesse.

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