10/04/2017 23h10
Policiais Civil e Militar prenderam 7 envolvidos em morte de empresário
Um dos acusados confessou o crime alegando que conhecia a vítima, mostrando o local onde deixou o corpo
Por: Redação
Uma ação conjunta entre o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil e o Serviço de Inteligência da Polícia Militar prenderam na noite desta segunda-feira (10), sete acusados de envolvimento na morte do empresário Marcos Alexandre Ribeiro.
Marcos era dono do Parque de Diversão Londri Park.
A vítima que é de São José do Rio Preto estava desaparecida desde o dia 02 de abril.
A investigação iniciou com a localização do veículo do empresário, um I/Cherry S18 de cor preta, que foi totalmente queimado no dia 03, no Bosque Parque das Araras em Três Lagoas.
Na ação foram apreendidas duas adolescentes, de 13 e 17 anos, e Ariane Rosa dos Santos, apontadas por oferecerem suporte na fuga e atear fogo no veículo.
Além delas, foram detidos ainda Gabriel Otávio dos Santos, 18 anos, Ronaldo Adriano, 35 anos, e Alessandro Bezerra dos Santos , 32 anos.
Gabriel confessou o crime e a polícia ainda investiga a participação de um primo dele no homicídio, o qual também foi capturado e seria o sétimo envolvido.
O autor relatou a equipe da Rádio Caçula que era conhecido da vítima e trocavam mensagens pelo aplicativo WhatsApp.
No dia do latrocínio o jovem se encontrou com empresário Ribeiro e os dois acabaram se desentendendo.
O que motivou o crime, segundo ele, assassinou a vítima por enforcamento , com um “Mata Leão”.
Após o crime, Gabriel ligou para o amigo Alessandro Bezerra. E com a ajuda dele colocaram o corpo no veículo da vítima e arrastaram para uma estrada vicinal na região da Cascalheira, onde foi encontrado nesta segunda-feira pelos policiais em fase avançada de decomposição.
Já as três mulheres envolvidas , alegaram não terem participação no crime,apenas atearam fogo no automóvel sem conhecimento da morte.
Alessandro Bezerra, é natural da Bahia e está na cidade trabalhando há cerca de três meses com serviços gerais, ocasião em que conheceu Gabriel Otávio, o homem tem antecedentes criminais por tráfico de drogas.
“Eu estava tomando cerveja em um alojamento quando ele me ligou para ajudá-lo sumir com o corpo”, confirmou Alessandro para reportagem.
“Eu já estava tomando não fiz nada”, completou.
O outro envolvido no crime, Ronaldo Adriano, que tem passagem no sistema policial por tráfico de drogas, negou envolvimento declarando que ser apenas amigo dos envolvidos e não ter conhecimento do motivo e sua prisão.
Ariane, Gabriel, Ronaldo e Alessandro devem responder por latrocínio (roubo seguido de morte) ,e as adolescentes por ato infracional.
Os policiais continuam em diligência para encontrar os objetos roubados da vítima.








