08/11/2016 – Atualizado em 08/11/2016
Rádio Caçula foi a primeira a garantir mudança em MS. Migração está em estágio avançado
Por: Marcio Ribeiro
A Rádio Caçula AM de Três Lagoas foi a primeira emissora de Mato Grosso do Sul a obter licença de migração do AM para o FM. O diretor geral da rádio, Romeu de Campos Júnior, assinou contrato no dia 23 de Agosto deste ano no Ministério das Comunicações em Brasília-DF.
Com essa assinatura e com a aprovação do novo projeto, a nova emissora deverá entrar no ar em um curto espaço de tempo, operando na frequência de 96.9 Mhz. Aliás, processo de migração de nossa emissora já está em estágio avançado.
Novas migrações
E depois de 2 meses desse fato histórico para a Rádio Caçula e para a cidade de Três Lagoas, mais 7 emissoras de rádio de Mato Grosso do Sul foram beneficiadas pela assinatura de um termo aditivo que autoriza a migração. O documento foi assinado pelo presidente Michel Temer nesta segunda-feira (7), em evento no Palácio do Planalto em Brasília.
Em Campo Grande, as rádios Difusora Pantanal (AM 1240) e Rádio Ativa (AM 1180) farão a migração. Em Cassilândia, a 418 quilômetros de Campo Grande é a Rádio Patriarca (AM 670) que passará pela mudança de frequência para a faixa FM.
As rádios Difusora (AM 850) em São Gabriel do Oeste e Pantanal de Coxim, também estão entre as emissoras divulgadas nesta segunda-feira. As outras duas rádios a terem seus sinais de transmissão melhorados ficam em Ribas do Rio Pardo e Ivinhema.
No total, 240 emissoras de todo o país se beneficiaram com a publicação. O termo assinado nesta segunda-feira (7) em que também é comemorado o dia do radialista, dá continuidade a um processo de migração iniciado ainda em 2013, com a edição do Decreto 8.139.
Naquela ocasião, das 1.781 estações AM do Brasil, 1.386 (77%) pediram ao Ministério das Comunicações a licença de mudança para a faixa FM.
O próximo passo das emissoras é apresentar o projeto técnico de instalação e solicitar a autorização para uso de radiofrequência à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Daqui pro futuro
Além da melhoria da qualidade do sinal, a mudança vai permitir que essas emissora sejam acessadas em dispositivo móveis, como em celulares e tablets, por exemplo, e com isso aumentar seu faturamento, competindo de igual para igual com outras FMs e ainda gerando maior rentabilidade, emprego e impostos nas comunidades onde estão instaladas.
E assim, mais do que nunca está comprovado que o rádio jamais morrerá. Ele atravessa gerações, integrando os povos por meio da comunicação. Com isso, também se renova mediante os desafios impetrados pela sociedade onde atua. Viva o Rádio!




