24.6 C
Três Lagoas
sexta-feira, 23 de janeiro, 2026

TRF suspende despejo de índios até perícia em fazenda de Rio Brilhante

Geral – 30/03/2012 – 18:03

O TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) suspendeu no último dia 26 a ordem de reintegração de posse até a realização de perícia antropológica na Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança, ocupada por índios guarani.

A área fica localizada em Rio Brilhante e é denominada pelos indígenas de Laranjeira Ñanderu. A decisão da 5ª Turma, que teve placar de 2 a 1, proíbe a migração de novas pessoas para a área em disputa.

Desde janeiro deste ano, os indígenas estão sob ameaça de despejo. Na ação, os proprietários apontam que o grupo voltou a ocupar uma área de onde já foi obrigado, por decisão judicial, a sair em 2009. A área em questão está em fase final de estudo para demarcação.

Por sua vez, a Procuradoria Regional da República da 3ª Região justificou que desde 2008 a Funai (Fundação Nacional do Índio) constituiu um grupo técnico para estudos, mas vem enfrentando várias demandas judiciais, “ajuizadas com o fito inconteste de obstar a realização dos trabalhos”.

A fazenda pertence aos herdeiros do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Dourados, José Cerveira

Fonte: Campo Grande News

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Mato Grosso do Sul registra 400 casos prováveis de dengue no início de 2026

Boletim da Secretaria de Estado de Saúde confirma 14 casos da doença nas duas primeiras semanas do ano e não aponta óbitos Mato Grosso do...

Agências do INSS abrem no fim de semana para atendimento extra

Medida busca antecipar agendamentos e minimizar impactos da suspensão temporária dos serviços presenciais e digitais no fim de janeiro As agências do Instituto Nacional do...

Jovem é encontrado com tiro na cabeça dentro de apartamento e segue em estado gravíssimo

Polícia trabalha com várias hipóteses e investiga as circunstâncias do disparo