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13/03/2015 – Atualizado em 13/03/2015
Por: Cristiane Ruíz
Três Lagoas (MS), localizada a 337 km da capital Campo Grande registrou nesta quinta-feira (12) um volume de chuva de 55 mm, no período compreendido entre as 17h e 18h30min, o suficiente para que os cinco principais pontos de alagamentos do município voltassem a prejudicar a população. São eles: Jardim Nova Alvorada, Vila Nova, Centro e Paranapungá, de acordo com o boletim da Estação Meteorológica da Universidade Anhaguera,
No último dia 26 de fevereiro, o volume de águas atingiu 102 mm em 50 minutos de chuvas, número este 50% superior ao esperado para todo o mês de fevereiro de 2015, desalojando centenas de três-lagoenses e os bueiros do Jardim Alvorada ficaram totalmente entupidos com sujeiras e terra trazidas pela correnteza .
Na ocasião, a Prefeitura Municipal de Três Lagoas Márcia Moura (PMDB) levou mais de dez dias para realizar uma “força tarefa” para iniciar a limpeza do local e do restante da cidade.
A limpeza só ocorreu diante da pressão popular através de centenas de denúncias, vídeos e fotos que a população enviou diariamente para os veículos de comunicação de todo Estado do Mato Grosso do Sul.
No entanto, a retirada da sujeira dos bueiros aconteceu de forma incompleta, uma vez que os entulhos não foram recolhidos do bairro Jardim Alvorada e com as novas chuvas de ontem (12), a sujeira deixada no local voltou a entupir os bueiros do bairro, trazendo o mesmo transtorno do último dia 26 de fevereiro aos moradores.
CIDADE É REFÉM DA NATUREZA
Além do alagamento do Nova Alvorada, registrou-se ontem uma queda de árvore, que mobilizou cinco militares para a remoção dos galhos e tronco, alagamento do ginásio poliesportivo, uma obra que custou R$ 9 milhões e um grande volume de água vazando através do “piscinão do bairro Vida Nova”, invadindo as casas da região.
A Defesa Civil de Três Lagoas afirmou que não recebeu nenhuma chamada para atuar nos pontos de alagamentos da cidade desta quinta-feira (12).
Veja os video do principais pontos de alagamentos registrados em Três Lagoas (MS):
Questionada sobre a vulnerabilidade de Três Lagoas sobre alagamentos, inundações e pavimentação precária, a prefeita Márcia Moura disse “que foi a natureza e contra ela nada podemos fazer”. Além de durante entrevista sobre a fragilidade da cidade com as chuvas, transferir para uma jornalista a responsabilidade de angariar fundos do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC), do Governo Federal.
Tal reação é incompatível com outros discursos da prefeita que afirma que seu governo prioriza a urbanização, a pavimentação asfáltica e a drenagem da cidade.
Ainda indagada sobre os investimentos para solucionar os alagamentos, a prefeita Márcia Moura (PMDB) não soube precisar quanto foi investido em dois anos do seu mandato, respondeu de forma evasiva: “Muito, agora não sei precisar o quanto”, declarou durante a visita do governador Reinaldo Azambuja.

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13/03/2015 – Atualizado em 13/03/2015
Por: Cristiane Ruíz
Três Lagoas (MS), localizada a 337 km da capital Campo Grande registrou nesta quinta-feira (12) um volume de chuva de 55 mm, no período compreendido entre as 17h e 18h30min, o suficiente para que os cinco principais pontos de alagamentos do município voltassem a prejudicar a população. São eles: Jardim Nova Alvorada, Vila Nova, Centro e Paranapungá, de acordo com o boletim da Estação Meteorológica da Universidade Anhaguera,
No último dia 26 de fevereiro, o volume de águas atingiu 102 mm em 50 minutos de chuvas, número este 50% superior ao esperado para todo o mês de fevereiro de 2015, desalojando centenas de três-lagoenses e os bueiros do Jardim Alvorada ficaram totalmente entupidos com sujeiras e terra trazidas pela correnteza .
Na ocasião, a Prefeitura Municipal de Três Lagoas Márcia Moura (PMDB) levou mais de dez dias para realizar uma “força tarefa” para iniciar a limpeza do local e do restante da cidade.
A limpeza só ocorreu diante da pressão popular através de centenas de denúncias, vídeos e fotos que a população enviou diariamente para os veículos de comunicação de todo Estado do Mato Grosso do Sul.
No entanto, a retirada da sujeira dos bueiros aconteceu de forma incompleta, uma vez que os entulhos não foram recolhidos do bairro Jardim Alvorada e com as novas chuvas de ontem (12), a sujeira deixada no local voltou a entupir os bueiros do bairro, trazendo o mesmo transtorno do último dia 26 de fevereiro aos moradores.
CIDADE É REFÉM DA NATUREZA
Além do alagamento do Nova Alvorada, registrou-se ontem uma queda de árvore, que mobilizou cinco militares para a remoção dos galhos e tronco, alagamento do ginásio poliesportivo, uma obra que custou R$ 9 milhões e um grande volume de água vazando através do “piscinão do bairro Vida Nova”, invadindo as casas da região.
A Defesa Civil de Três Lagoas afirmou que não recebeu nenhuma chamada para atuar nos pontos de alagamentos da cidade desta quinta-feira (12).
Veja os video do principais pontos de alagamentos registrados em Três Lagoas (MS):
Questionada sobre a vulnerabilidade de Três Lagoas sobre alagamentos, inundações e pavimentação precária, a prefeita Márcia Moura disse “que foi a natureza e contra ela nada podemos fazer”. Além de durante entrevista sobre a fragilidade da cidade com as chuvas, transferir para uma jornalista a responsabilidade de angariar fundos do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC), do Governo Federal.
Tal reação é incompatível com outros discursos da prefeita que afirma que seu governo prioriza a urbanização, a pavimentação asfáltica e a drenagem da cidade.
Ainda indagada sobre os investimentos para solucionar os alagamentos, a prefeita Márcia Moura (PMDB) não soube precisar quanto foi investido em dois anos do seu mandato, respondeu de forma evasiva: “Muito, agora não sei precisar o quanto”, declarou durante a visita do governador Reinaldo Azambuja.

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