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domingo, 8 de novembro, 2026

Trabalho de demolição de viaduto que caiu em BH levará 24 horas, diz secretário

04/07/2014 – Atualizado em 04/07/2014

Procedimento começará a ser feito assim que perícias técnicas liberarem o local

Por: R7

Depois que todos os trabalhos das perícias técnicas da Polícia Civil, Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), Defesa Civil municipal e demais órgãos oficiais, forem encerrados, os blocos de concreto do viaduto que desabou na av. Pedro 1º na última quinta-feira (3), serão retirados pela PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) e pela construtora responsável, a Cowan. De acordo com o secretário de obras do município, José Lauro Nogueira, o local deve levar cerca de 24 horas para ser liberado.

Nogueira informou ainda, em coletiva de imprensa organizada na manhã desta sexta-feira (4), que o procedimento não será feito por implosão, mas sim por “demolição mecânica”. O secretário garantiu que os trabalhos serão iniciados rapidamente.

— Neste momento, é importante satisfazer as necessidades das perícias técnicas oficiais, fornecendo documentos oficiais dos projetos, assim como a Polícia Civil e outras entidades estão requerendo, que devem ser entregues ainda no dia de hoje. Tão logo haja liberação oficial do local, procederemos demolição do trecho que impede o tráfego.

Ainda conforme Nogueira, outras “medidas profiláticas” devem ser tomadas para garantir a segurança da avenida. Um comitê formado pela prefeitura trabalha paralelamente para apurar as causas e identificar os responsáveis pelo acidente.

O secretário confirmou que “houve um erro” e alegou que a PBH tem “responsabilidade solidária de várias entidades e empresas que participaram do processo”.

— É uma questão de responsabilidade solidária, tem a participação da prefeitura e especialmente da Sudecap [Superintendência de Desenvolvimento da Capital],que atuam nos serviços de fiscalização, que são bastante complexos.

Embora admita erro na fiscalização da obra, Nogueira concordou com o prefeito Marcio Lacerda, que classificou o episódio como “acidente”.

— Só posso classificar como acidente porque as medidas que foram tomadas em tempo de projetos de execução e fiscalização, evidentemente estavam dirigidas para o sucesso do empreendimento.

Foto: Divulgação

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