18/02/2014 – Atualizado em 18/02/2014
A mãe da menina quer auxílio de autoridades municipais para conseguir a operação
Por: Rayani Santa Cruz
Daniele Santana da Silva de 25 anos, mãe de três filhas e atualmente desempregada compareceu a Rádio para pedir amparo e orientação referente a um caso de saúde na família.
De acordo com Daniele, Eloah Santana Magalhães de três anos sofre de uma doença chamada patchwork congênitos ou PTC. Essas são doenças adquiridas antes do nascimento ou mesmo posterior a tal. Dentre as patologias, existem aquelas caracterizadas por deformações estruturais e são denominadas usualmente por anomalias ou malformações congênitas.
No caso da pequena Eloah a doença atinge os ossos, vasos sanguíneos, nervos e tendões, e desde o nascimento a menina tem o que as pessoas dizem a grosso modo de Pé Torto Congênito (PTC), o pé é geralmente pequeno e assume a posição em eqüino-varo-supinado (calcanhar elevado, pé voltado para dentro e rodado para cima). A causa do PTC ainda não é bem conhecida. Algumas teorias procuram explicar o mecanismo pelo qual se desenvolve a deformidade.
A mãe conta que a criança passou por uma cirurgia quando tinha apenas 7 meses de idade na cidade de Andradina-SP, na época o SUS (Sistema Único de Saúde) não cobria a operação e Daniele foi auxiliada pela Rádio Caçula, Lions Clube e outros parceiros para arrecadar fundos e realizar o procedimento.
“Eu procurei ajuda da Rádio e fui ajudada pela Toninha Campos e pelo Lions Clube, eles organizaram uma galinhada beneficente e conseguiram o dinheiro para realizar a cirurgia” conta Daniele.
Atualmente a menina se desenvolve bem e vai a cada seis meses ao ortopedista, faz fisioterapia e atividades para movimento dos membros, porém na última semana a mãe foi informada que a criança deverá passar por um novo procedimento cirúrgico para garantir a mobilidade, já que os pés não estão completamente no lugar.
EM BUSCA DE AJUDA
Daniele enfrenta mais uma prova para manter a saúde da filha, pois segundo a mesma a fila de espera do SUS é muito grande.
“O ortopedista disse que ela precisa fazer a cirurgia o mais rápido possível, para continuar se desenvolvendo e pelo SUS não há nem previsão para a operação” afirma Daniele.
A mãe afirma também que a cirurgia é de alto custo com valor aproximado de R$10 mil reais, e que deseja receber alguma ajuda municipal para realizar o procedimento.
“Eu vou na Prefeitura, na Secretária de Saúde e também vou procurar um vereador, pois fui informada por um médico que o município tem a obrigação de pagar, é a saúde de uma criança que está em jogo” exclama a mãe da criança.
Com olhar distante e pensativo neste momento Daniele sabe que irá percorrer um longo caminho, procurando auxílio do município e até mesmo de autoridades para manter a vida da pequena criança saudável.
PARA DOAÇÕES
Caso alguém queira ajudá-la de alguma forma, seja financeiramente ou até mesmo com orientação jurídica pode entrar em contato pelos telefones (67) 9302 1491/ (67) 9242 9561.



