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Polícia envia amostras de corpo de menina para exame de DNA

Policial – 25/10/2012 – 12:10

A Polícia Civil enviou para o Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte (MG), amostras de material genético do corpo e também amostras das vestes da menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos, encontrada morta em Bom Sucesso (MG), para exame de DNA. Segundo o delegado que investiga o caso, Emílio de Oliveira e Silva, o laudo deste exame deve ser concluído dentro de uma semana.

A mulher de 25 anos, suspeita de participação no crime, continua presa. Um outro suspeito que havia sido preso na segunda-feira (22) em Ijaci (MG), no dia em que o corpo foi encontrado, foi liberado um dia depois pela polícia. A alegação é de que ele conseguiu comprovar que estava em outro local no dia do desaparecimento da menina. Ele já havia sido preso anteriormente pelo crime de “sedução de menor”.

A polícia não divulgou mais informações sobre o andamento das investigações.

O corpo de Camila foi encontrado na segunda-feira por um tio e dois moradores que faziam buscas e estava dentro de um saco à beira de um córrego próximo da casa da família. A perícia encontrou perfurações pelo corpo da criança e sinais de abuso sexual. As roupas que a menina usava quando desapareceu, no dia 16 de outubro, estavam dentro de uma sacola junto à vítima. A Polícia Militar acredita que o corpo tenha sido colocado perto do córrego há poucos dias, já que a área foi uma das primeiras onde os moradores realizaram buscas. O laudo sobre a morte de Camila afirma que ela teve hemorragia interna, traumatismo craniano e 12 perfurações feitas com faca.

O corpo da menina foi enterrado na manhã desta terça-feira (23), em Bom Sucesso. Centenas de pessoas com faixas e camisetas seguiram em cortejo pedindo por justiça pela morte da menina de 5 anos.

A menina Camila Graziele Santos Vitoriano, de 5 anos, estava desaparecida desde a última terça-feira (16). O laudo sobre a morte de Camila afirma que ela teve hemorragia interna, traumatismo craniano e 12 perfurações feitas com faca.

Até então, a polícia suspeitava que a menina havia sido sequestrada. As hipóteses mais prováveis eram de tráfico de crianças, transplante de órgãos, trabalho escravo ou adoção ilegal.

Moradores da pequena cidade de pouco mais de 17 mil habitantes se mobilizaram espalhando cartazes com a foto da menina pelo comércio da cidade e nas redes sociais. Apesar da suspeita de que a menina tivesse sido sequestrada, a polícia concentrava as buscas pela zona rural do município.

Fonte: Do G1 / Divulgação

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