26.8 C
Três Lagoas
terça-feira, 5 de maio, 2026

1º Seminário da Adoção em Três Lagoas

Geral – 24/05/2012 – 12:05

Adotar um filho é um ato de amor… Com esse lema o Grupo de Apoio à Adoção estará promovendo o 1º Seminário da Adoção em Três Lagoas, nos dias 29 e 30 de maio, em homenagem ao dia 25 de maio, que é o dia nacional da adoção, às 19 horas na AEMS. O Grupo de Apoio à Adoção foi criado no dia 11 de maio de 2011, sendo este o seu primeiro evento.

O Seminário é destinado a alunos, pessoas que tem interesse pelo tema, pais por adoção, filhos por adoção, professores, profissionais da área da prefeitura, assistentes sociais, psicólogos, enfim, toda população. Estarão presentes a este acontecimento juízes do Rio Grande do Sul, de Campo Grande, profissionais que lidam com a adoção internacional, os quais estarão falando sobre o tema.

Segundo Coordenadora do órgão Liliam Cristina Marques Dias “a adoção em Três Lagoas realmente é efetiva, ela ocorre porque nós temos um Juiz e uma Promotora atuantes na área. Existe uma lista e os profissionais (juízes e promotores) cumprem à risca, tanto que ano de 2010 foram vinte e sete (27) adoções, em 2011 trinta e três (33) e neste ano já ocorreram cinco (5) adoções”.

Para que um filho seja adotado, é necessário que o responsável ou responsáveis, tenham idoneidade, estabilidade no relacionamento e principalmente querer ser pai ou mãe. Não existe uma regra para a adoção, portanto qualquer pessoa pode adotar um filho, ou seja: viúvo, casais homossexuais, solteiros, amasios só para citar alguns exemplos. Não é necessário ter poder aquisitivo alto e na realidade as pessoas que adotam não são pessoas ricas, são pessoas de classe média e baixa, pois as de alto poder aquisitivo tentam a fertilização. Até hoje, em Três Lagoas, nunca ocorreu de um filho adotado e após ser registrado, ter sido devolvido. É bom lembrar que o filho só será registrado depois de um período de adaptação.

O casal homossexual, embora ainda haja preconceitos, pode adotar e o conselho de psicologia já lançou uma cartilha contendo orientações. A criança não vai ver um pai e uma mão no homem ou na mulher. Se for um casal homossexual masculino ele vai ter dois pais e ser for um casal feminino ele vai ter duas mães e no registro vão constar dois pais (casal masculino), ou duas mães (casal feminino). Não é isso que vai influenciar a criança ser homossexual ou não.

Liliam Cristina, Coordenadora do GAA (Grupo de Apoio à Adoção), salientou que, para a realização deste acontecimento, foi fundamental a participação dos parceiros: Prefeitura Municipal de Três Lagoas, AEMS, Ministério Público, Poder Judiciário, Projeto Padrinho, UNIDERP, CMDCS, Conselho Municipal de Segurança e a Radio Caçula na divulgação deste evento.

Fonte: Segis Filho/Redação / Saulo Rodrigues

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Polícia Militar prende autor de tráfico de drogas em Três Lagoas

Nesta segunda-feira (04), guarnição da Força Tática, após receber informações sobre comercialização de entorpecentes em determinado local, prendeu homem de 28 anos por tráfico...

MPMS abre inquérito para investigar queimadas irregulares às margens do Rio Sucuriú

Denúncia aponta uso frequente de fogo e descarte de lixo doméstico em área protegida, onde vistoria encontrou seis focos de queima

PRF intercepta carga irregular com cigarros, medicamentos e anabolizantes em Três Lagoas

Três homens foram levados à Polícia Federal após abordagem na BR 262 com mercadorias sem nota fiscal