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18/03/2016 – Atualizado em 18/03/2016
Por: Lucas Gustavo/Juninho Campos e Neto
A ponte da hidrelétrica de Jupiá, que liga Três Lagoas ao estado de São Paulo, permaneceu fechada por 20 minutos durante manifestação popular contra a corrupção no Brasil. O trecho foi interditado por um grupo de protestantes locais de outros municípios. O movimento teve a participação de pelo menos 500 pessoas e durou três horas. No período em que a via esteve interrompida, os organizadores permitiam apenas a passagem de veículos com crianças ou idosos. Uma barreira humana foi feita no meio da pista durante o ato.
A concentração dos manifestantes aconteceu em um posto de combustíveis na entrada da cidade. Lá, os automóveis foram adesivados com mensagens de repúdio ao Governo Federal; houve a distribuição de bexigas e bandeiras. O protesto foi liderado por empresários de Três Lagoas e proposto inicialmente em um grupo do WhatsApp. A informação partiu de Sayuri Baez, uma das organizadoras. Ela concedeu entrevista ao vivo ao Programa Toninha Campos.
Vestidos de preto e seguidos por um caminhão trio elétrico, os motoristas partiram sentido São Paulo com o pisca-alerta de seus veículos ligados. Condutores que cruzavam com o comboio buzinavam como sinal de apoio à causa. A parada do grupo aconteceu no meio da barragem e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) acompanhou. Além disso, a interdição provocou um pequeno congestionamento.
Após a rodovia ser liberada, os veículos seguiram até o encerramento da ponte, fizeram o contorno e retornaram. Durante esse tempo, o trânsito ficou bastante lento. De acordo com o cabo Xavier, da Polícia Rodoviária de Castilho-SP, a fila de automóveis só não foi maior, pois militares instruíram os condutores. ‘’Orientamos os motoristas sobre a manifestação e, a maioria deles, para evitar transtornos, resolveu parar e esperar’’, contou.
Depois de retornarem a Três Lagoas, os protestantes se reuniram na Praça Ramez Tebet. No mesmo local, ainda nesta sexta-feira (18), a partir das 17h, os moradores se concentrarão novamente para mais um movimento em desfavor da corrupção. ‘’Estamos com fôlego total e vamos em frente. Queremos mostrar que temos força e ansiamos por mudanças públicas no País’’, explicou Sayuri à reportagem da Rádio Caçula. A equipe de jornalismo da emissora acompanhou o evento do início ao fim.


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