03/02/2017 – Atualizado em 03/02/2017
Policiais do SIG prenderam o suspeito que logo foi reconhecido como um dos agressores de Caio Lopes
Por: Rayani Santa Cruz
Foi no dia 10 de janeiro de 2016, por volta das 03h30 de uma terça-feira, que o cabeleireiro vitima Caio Henrique da Cruz Lopes (25), foi brutamente espancado nas proximidades da Avenida Antônio Trajano, na Praça Ramez Tebet. Dois indivíduos o abordaram e passaram a agredi-lo com socos e chutes, causando ferimentos na cabeça e no corpo. Em seguida, os autores levaram a motocicleta e a carteira da vitima, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para UPA (Unidade de Pronto Atendimento Comunitário) para atendimento médico.
O caso foi considerado pela comunidade LGBT como homofobia, e com base nas informações, os policiais civis do S.I.G. (Setor de Investigações Gerais) passaram a investigar e, com auxilio do Serviço Reservado (P2) da PM, receberam informação que um dos envolvidos era a pessoa de José Alexandre Trindade Neto, apelido “Neto” ou “Netinho”.
Reconhecido pela vítima
A vitima compareceu na sede do SIG e após verificar o álbum fotográfico reconheceu Neto, como um dos autores envolvidos das agressões, inclusive ele teria utilizado, para conter a vitima, uma técnica denominada como “mata-leão”. No dia do ocorrido o cabeleireiro viu uma tatuagem que o autor possui no braço, o que facilitou o reconhecimento.
Prisão
Os policiais civis e militares passaram a fazer diligências, a fim de localizar o paradeiro do investigado e, no dia 29 de janeiro de 2017, “Neto”, foi preso em flagrante pelo crime de Tráfico de Droga.
Com isso, no dia 30 de janeiro de 2016, Caio Lopes foi convidado a comparecer na sede do SIG onde foi realizado o procedimento de reconhecimento pessoal, sendo que ele reconheceu, sem sombra de dúvida, José Alexandre como um dos autores. No mesmo dia, o investigado foi ouvido em termo de declaração e negou estar envolvido no crime.
Contudo, os policiais civis do SIG continuam as diligências visando identificar os demais envolvidos no delito e localizar a motocicleta roubada.



