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segunda-feira, 12 de outubro, 2026

Reservas indígenas terão unidade sentinela e asilos vão ganhar ações especiais em MS

SES vai implantar sistema para realizar 10 exames por semana em comunidades do Estado

30/04/2020 12h12
Por: Mirela Coelho com informações do Campo Grande News

MATO GROSSO DO SUL – O secretário de Estado de Saúde (SES), Geraldo Resende, anunciou, em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (30), medidas de enfrentamento à pandemia de novo coronavírus voltadas para comunidades indígenas. Segundo ele, a cidade de Dourados – onde vivem pelo menos 18 mil indígenas – terá uma unidade sentinela para exames da Covid-19.

A iniciativa pretende monitorar possível circulação da doença nas reservas de Mato Grosso do Sul. A unidade sentinela deverá fazer 10 exames por semana nas comunidades.

“Temos a segunda maior população indígena do País, mais de 70 mil sul-mato-grossenses, e sabemos que é a população mais vulnerável do Estado”, disse o titular da SES.

O êxodo de indígenas para colheita de maçã e outras culturas na região Sul do Brasil também é monitorado pelo governo estadual, via barreiras sanitárias nas divisas.

Em torno de 5 mil indígenas de Mato Grosso do Sul se deslocam anualmente para trabalhar em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, de abril a junho.

Idosos – Ainda durante transmissão, Geraldo Resende adiantou que a SES prepara ações específicas de enfrentamento à Covid-19 nos 77 asilos do Estado, que, conforme ele, abrigam 1,7 mil idosos. O secretário, porém, não detalhou que medidas serão tomadas.

Em Três Lagoas, seis pessoas – quatro idosos e dois profissionais de saúde – foram contaminados em uma mesma casa de repouso. Duas mortes pela doença na cidade foram de pessoas que viviam no asilo.

Coronavírus – Segundo a SES, Mato Grosso do Sul soma 255 casos, além de nove mortes. O mês de abril fechou com 207 ocorrências, número quatro vezes superior aos 48 detectados entre a primeira confirmação, dia 14 de março, e o dia 31 do mês anterior. medidas de enfrentamento à pandemia de novo coronavírus voltadas para comunidades indígenas. Segundo ele, a cidade de Dourados – onde vivem pelo menos 18 mil indígenas – terá uma unidade sentinela para exames de covid-19.

A iniciativa pretende monitorar possível circulação da doença nas reservas de Mato Grosso do Sul. A unidade sentinela deverá fazer 10 exames por semana nas comunidades.

“Temos a segunda maior população indígena do País, mais de 70 mil sul-mato-grossenses, e sabemos que é a população mais vulnerável do Estado”, disse o titular da SES.

O êxodo de indígenas para colheita de maçã e outras culturas na região Sul do Brasil também é monitorado pelo governo estadual, via barreiras sanitárias nas divisas.

Em torno de 5 mil indígenas de Mato Grosso do Sul se deslocam anualmente para trabalhar em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, de abril a junho.

Foto: Reprodução/SES

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