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quarta-feira, 29 de abril, 2026

Preso bando que abastecia região com droga

13/07/2014 – Atualizado em 13/07/2014

A quadrilha adquiria as drogas, especialmente maconha, de fornecedores ramificados em Três Lagoas (MS)

Por: Diário da Região

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, prendeu cinco pessoas integrantes de uma quadrilha de tráfico de drogas que atuava na região de Rio Preto. Realizada ontem, a operação denominada “Bola de Neve” contou com o apoio da Polícia Militar, cumprindo seis mandados de busca e seis mandados de prisão temporária em Rio Preto e em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. O MP não divulgou o nome dos presos. A PM também se negou.

Durante a investigação, iniciada há 11 meses, foram realizados oito flagrantes, que resultaram na prisão de 13 pessoas e na apreensão de cerca de 50 quilos de drogas. Uma pessoa foi presa por roubo. A quadrilha adquiria as drogas, especialmente maconha, de fornecedores ramificados no Mato Grosso do Sul, principalmente em Três Lagoas, e abastecia traficantes menores de Rio Preto e cidades da região, inclusive de Fronteira, Minas Gerais.

O Gaeco realizou o mapeamento da ação da quadrilha e identificou os integrantes do bando. O líder do grupo criminoso era um homem conhecido como Gorducho ou Gordão, que mesmo depois de preso em flagrante, continuou coordenando o tráfico de drogas de dentro do Centro de Progressão Provisória (CPP) de Rio Preto. Já o principal fornecedor do grupo foi preso, ontem, em ação simultânea pelo Gaeco do Mato Grosso do Sul. Além de comparsas responsáveis pela distribuição das drogas, também participavam da quadrilha parentes do líder Gorducho e um preso recolhido no CPP.

A Vara de Execuções Criminais de Rio Preto regrediu o regime de cumprimento de pena para o fechado do investigado que, de dentro do CPP de Rio Preto, participava do narcotráfico. A operação apreendeu ainda diversos aparelhos celulares, computadores, anotações, um valor dinheiro não divulgado e porções de drogas. Os presos foram ouvidos no Gaeco e encaminhados à unidades prisionais da região. A operação prossegue ainda com a análise dos materiais apreendidos. O promotor João Santa Terra, responsável pelas investigações, informou que apura participação da faccão PCC. “Não foi ainda apurada relação concreta”, afirmou.

Promotor Santa Terra mantém em sigilo nomes dos bandidos presos (Foto de Sergio Isso)

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