Em manifestação ao STF nesta terça-feira (21), a Prefeitura de São Paulo reafirmou que o muro erguido na Cracolândia, no Centro da cidade, não tem como objetivo segregar ou limitar o direito de circulação das pessoas em situação de rua. A gestão municipal argumenta que a demolição da estrutura traria danos irreparáveis à área.
O PSOL, por sua vez, argumenta que a construção do muro isola os moradores locais e viola direitos fundamentais, acusando a prefeitura de promover segregação social. A administração municipal, entretanto, refutou essas alegações, afirmando que não há evidências concretas de violações e classificando as críticas como “afirmações retóricas”.
Em resposta ao questionamento do ministro Alexandre de Moraes, a prefeitura explicou que a obra segue o princípio da dignidade humana e é acompanhada de ações de assistência social voltadas para os moradores da região.
Com informações Vero notícias.


