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Prefeitura de Castilho realiza mutirão de combate à dengue

14/03/2018 08h41

A quantidade de larvas encontradas nas casas é alta e está bem acima do aceitável

Por: Da Redação

No município de Castilho (SP) a semana é de combate ao mosquito que transmite a dengue e outras doenças. A quantidade de larvas encontradas nas casas é alta e está bem acima do aceitável e por isso a prefeitura organizou um arrastão para acabar com os criadouros do mosquito.

40 Agentes de saúde estão percorrendo os bairros da cidade no mutirão que começou na última segunda-feira (12) e deve durar até a sexta-feira (16). A missão é orientar os moradores pra deixar tudo limpo e não dar chances para o Aedes Aegypti.

Pelo caminho, os agentes estão encontrando muita sujeira, terrenos cheios de lixo, entulhos e com água parada, local ideal para a criação do mosquito.

“Talvez porque as pessoas acreditam que por ser desocupado não tenha um dono, eles aproveitam desses terrenos e depositam lixo doméstico, acúmulo de folhas. Ao mesmo tempo em que nós nos preocupamos com a dengue, existe risco de cobras, ratos, aranhas, escorpiões”, disse a agente de saúde Beatriz Moreira.

No último levantamento da Secretaria Municipal de Saúde, foram encontradas larvas do Aedes Aegypti em 5% das casas visitadas. O resultado é preocupante, porque o índice tolerado pelo Ministério da Saúde é de até 1%.

A preocupação toda é porque o histórico de Castilho com a dengue não é muito bom, várias epidemias da doença já foram registradas no município. Na última delas, em 2015, 600 pessoas foram infectadas. Prevenir continua sendo a melhor opção.

“Tem que deixar o quintal em ordem, limpinho, como se fosse dentro de casa. A gente não pensa só na gente, temos que pensar no próximo” disse a aposentada Francina Bacurau.

“É importante demais a participação da população, principalmente em receber bem o agente, ouvir as orientações que ele passa e colocar em prática o que foi orientado”, disse Samantha Del Negro, coordenadora do mutirão.

A coordenadora resaltou ainda que podem ser colocado para fora das residências tudo o que possa acumular água e sirva de criadouro para o Aedes Aegypti. Desde móveis usados até pequenos utilitários como copos descartáveis, latinhas, o que estiver abandonado ou esquecido no quintal.

Por: G1.com

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