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PMA autua 76 e aplica 113,5 mil em multas durante a piracema

Geral – 01/03/2012 – 12:03

Os resultados obtidos pela fiscalização durante a “operação piracema” demonstram que a estratégia que a Polícia Militar Ambiental tem mantido, de destinar a fiscalização ao monitoramento dos cardumes e cuidados com os pontos críticos, ou seja, cachoeiras e corredeiras tem dado certo e os recursos pesqueiros do Estado estão sendo bem conservados.

Nesta piracema foram apreendidos 1089 quilos de pescado, com 66 pessoas presas, contra 984 quilos e 71 presos no ano passado. Ou seja, mais uma vez, um número grande de pessoas presas, com pouco pescado apreendido. Vale ressaltar, que na verdade, nesta piracema, houve até um número maior de autuados (76 contra 71 da piracema passada), porém, algumas pessoas conseguiram escapar da prisão em flagrante.

De qualquer forma, foram identificadas e autuadas e responsabilizadas com multas, além de responderem também pelo crime ambiental. Enfim, apenas escaparam da prisão em flagrante, mas não das responsabilidades.

Desde que adotou esta estratégia de cuidar dos cardumes principalmente nos pontos de vulnerabilidade, o máximo que se tem apreendido de pescado tem sido próximo a duas toneladas, com um número de pessoas presas crescente, com tendência a estabilidade, em média, de em torno de 70 presos.

A PMA acredita que, com a divulgação das prisões, há uma diminuição das prisões, com tendência à estabilidade em um patamar próximo a 70 pessoas, que não é muito considerando o tamanho do Estado e a quantidade de rios piscosos. Ou seja, ocorre medo da punibilidade.

Foram 66 pessoas, sendo este número inferior à piracema passada (71), porém, o número de autuados foi maior, 76 pessoas. O número de presos nas duas últimas operações foi cerca de 26% menor do que na piracema 2009/2010, quando foram presas 98 pessoas por pesca predatória.

Na verdade, o Comando da PMA acredita que estes números se manterão, estabilizando-se em uma tonelada de pescado apreendida e cerca de 70 pessoas presas a cada piracema, pois, pescadores inescrupulosos continuarão a cometer crimes ambientais.

Entretanto, a ideia é manter a estratégia de fiscalização intensiva, para prendê-los sem que tenham capturado grande quantidade de pescado, bem como proteger os cardumes dessas pessoas. A quantidade de petrechos de pesca, barcos, motores de popa apreendidos está dentro do que se apreendeu em piracemas anteriores, embora menores do que da piracema passada

Fonte: Dourados News

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