Geral – 25/02/2013 – 16:02
Pelo menos 75 mil correspondências não conseguem chegar a seu destino final todos os meses em Mato Grosso do Sul. Isso devido a um problema que se arrasta há anos e complica-se ainda mais conforme as cidades crescem: a falta de placas de identificação de nomes de ruas e números de imóveis. Essa situação causa transtornos tanto para moradores quanto para os Correios, já que os primeiros ficam sem as correspondências e os outros não têm condições de entregá-las.
O gerente de atividades externas dos Correios, Carlos Alberto dos Santos Silva, explica “várias correspondências são devolvidas por endereço insuficiente”. Essa devolução gira em torno de 1% do volume mensal de objetos que chegam à empresa, que é de 7,5 milhões, por volta de 250 mil ao dia em todo Estado.
Aqui em Campo Grande, bairros da periferia são os que mais sofrem. Na avenida Vaz de Caminha, entrada do Jardim Noroeste, por exemplo, a numeração não obedece uma ordem. Em certo trecho pode-se ver a centena 900 identificando o imóvel, logo depois a 600 e entre elas a 400.
Fonte: Correio do Estado


