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quinta-feira, 26 de março, 2026

Novas revelações da polícia apontam que “Gabi” foi abusada sexualmente horas antes de ser enterrada viva

Segundo a polícia, o crime ocorreu porque a garota denunciou à mãe um suposto abuso sofrido pelo padrasto

25/03/2020 16h53
Por: Redação

BRASILÂNDIA (MS) – Uma nota divulgada nesta quarta-feira (25) pela Polícia Civil da cidade de Brasilândia-MS, distante 60 Km de Três Lagoas, faz uma nova revelação no caso da pequena Gabrielly Magalhães de Souza, de 10 anos, que foi enterrada viva no último final de semana em um lixão da cidade.

A mãe da criança é a principal suspeita. Tudo teria sido presenciado pelo irmão de 13. Segundo a polícia, o crime ocorreu porque a garota denunciou à mãe um suposto abuso sofrido pelo padrasto.

ABUSO SEXUAL

Segundo o delegado Dr. Thiago Passos, o padrasto teria abusado sexualmente da enteada no “Dia das Crianças”. A polícia também tem fortes evidências que o homem também violentou a menina no dia anterior ou horas antes dela ser morta, fato este, que será confirmado com a conclusão do laudo de exame pericial necroscópico.

“Gabi” teria se queixado à mãe justamente sobre esse último abuso, que tem indícios de violência e acabou pagando com a vida.

PRISÃO PREVENTIVA DO PADRASTO E SUA VERSÃO À POLÍCIA

O padrasto acabou preso após a Polícia Civil representar por sua prisão preventiva. Ele foi interrogado e negou a prática do crime. Em sua versão, o acusado admitiu ter ficado sozinho com a enteada em uma ocasião na qual a mãe e os irmãos viajaram para o interior de São Paulo.

AS INVESTIGAÇÕES

As investigações continuam com o intuito de angariar mais provas sobre os crimes praticados pela mãe e pelo padrasto da menina Gabrielly.

Novas informações apontam também que o padrasto estava em casa quando ela saiu com a menina e o irmão para matá-la. Ele alegou que não sabia de nada pois estaria dormindo nesse momento. A Polícia Civil apura a participação dele também no crime de homicídio.

O material coletado na cena e crime e nas diligências posteriores será encaminhado para exame pericial. Os dois inquéritos que foram instaurados para apuração da morte da criança e dos abusos sexuais serão concluídos na semana que vem.

O padrasto permanece preso na cadeia pública de Bataguassu-MS e a mãe da menina, no Presídio Feminino de Três Lagoas. O irmão da vítima, de 13 anos, que estava internado na Unidade Educacional de Internação (UNEI) de Três Lagoas foi solto ontem e está ao lado dos pais. A polícia ainda está apurando seu envolvimento no caso.

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