Diferença é que 22 mil doses da Índia vão chegar a 22 mil pessoas; com a Coronavac o total foi dividido pela metade para 2 doses
25/01/2021 08h22
Por: Gabrielle Borges
CAMPO GRANDE (MS) – Chegou há pouco no Aeroporto de Campo Grande, em voo da empresa Azul, o segundo lote de vacinas contra a covid-19 em Mato Grosso do Sul, que se resume a duas caixas de doses. Diferente da primeira leva, que trouxe os imunizantes Coronavac, fabricados pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, agora foi a fez da chegada das unidades da AstraZeneca.
Outra diferença é que a cada dose vai imunizar uma pessoa, totalizando 22 mil vacinados. No caso da Coronavac, a primeira a chegar, o total de doses foi dividido pela metade, por conta da necessidade de vacinação novamente em prazo de duas semanas. Mesmo assim, é menos de 1/3 do total da primeira leva que chegou ao Estado.
Desenvolvida no Brasil pela empresa britânica em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o imunizante também conhecido como “vacina de Oxford”, em referência a universidade inglesa que fez parte das pesquisas, tem uma janela para a aplicação da segunda dose superior a da vacina feita pelo Butantan. –
Neste domingo (24), chegaram ao Mato Grosso do Sul mais 22 mil doses, que assim como as da Coronavac, terão como prioridade os profissionais de saúde.
As vacinas chegaram em duas caixas, que foram levadas em um caminhão especial para a devida conservação. Conforme explicado por Geraldo, esse lote de vacinas será capaz de imunizar 28% dos trabalhadores da linha de frente, sendo que o quantitativo da primeira remessa de Coronavac foi capaz de imunizar 37% dos profissionais.



