26/04/2017 11h42
Por: Rayani Santa Cruz
A presidente do Sinted- Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Maria Diogo, esteve no programa “Linha Direta com a Notícia” onde falou sobre a questão da Greve Geral de cunho nacional que está programada para acontecer no dia 28 de abril, a manifestação está prevista e tem relação com o descontentamento dos trabalhadores em relação às reformas da previdência e reformas trabalhistas.
Em Três Lagoas, os movimentos unificados das entidades sindicais estão organizados e já mobilizam as bases para o grande protesto. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais- SSPM, junto ao Sinted e os Sindicatos dos Auditores Fiscais do MS estarão unidos em favor dos trabalhadores.
Sendo assim, a educação pública de todo o Estado paralisará suas atividades neste dia e irá somar a diversas outras categorias na luta contra as reformas da previdência e a trabalhista.
No dia 28, a pedido da Fetems- Federação dos Trabalhadores em Educação, dois ônibus sairão de Três Lagoas para a Capital, para agregar à outros 50 mil manifestantes confirmados. Eles farão a concentração na Praça Ary Coelho, em Campo Grande se deslocando em grande passeata até a Assembleia Legislativa.
Em Três Lagoas
Em Três Lagoas, não haverá aula na rede municipal e estadual, ainda não existe a confirmação se outras classes sindicais existentes na cidade, vão aderir ao movimento.
Segundo, Diogo, ás 10h, de sexta-feira (28), os participantes da greve geral, vão panfletar na Praça Ramez Tebet falando sobre o assunto.
Maria Diogo, disse que ainda não há a confirmação se as agências bancárias de Três Lagoas irão fechar. Em relação ao fechamento de rodovias, o chamado “trancaço”, ela disse também que não haverá essa ação na cidade. Para os movimentos é importante que haja uma grande visibilidade da manifestação na Capital.
Para ela, existe uma certa ociosidade na população e a maior preocupação é que aparentemente as pessoas não sabem os malefícios de se perder os direitos trabalhistas.Diogo diz que o momento é de luta, e que não se pode entregar os direitos históricos, conquistados com tanto suor.
No portal de notícias da FETEMS, o presidente da federação, Roberto Magno Botareli Cesar, disse que o momento é de luta e mobilização. “Se não formos para as ruas, se não ocuparmos os espaços de debate, iremos entregar direitos históricos, conquistados com muito suor da nossa luta. O Brasil de hoje e de amanhã está correndo sérios riscos de não ver seu povo se aposentar, de voltar ao estado de miséria de anos atrás e nós não podemos ficar de braços cruzados, por isso a educação de MS vai somar na luta contra os retrocessos do Governo Temer”, disse.



