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Mostra em Londres exibirá cérebro de Einstein

Geral – 28/03/2012 – 12:03

Objetivo é explorar o que os humanos fizeram com cérebros em nome da medicina

Um pedaço do cérebro de Albert Einstein (1879-1955) é um dos destaques da exposição Cérebro: A Mente como Matéria, em cartaz a partir desta quinta-feira (29) até 17 de junho no centro de exposições Wellcome Collection, em Londres.

A mostra tem como objetivo explorar o que os humanos fizeram com cérebros em nome da medicina, da pesquisa científica, das relações sociais e da tecnologia, reunindo “o que artistas e cientistas investigaram, nas últimas centenas de anos, sobre a natureza cerebral – medindo, classificando, mapeando e tratando” os órgãos, explicam os organizadores da exposição.

É a primeira vez que uma parte do cérebro de Einstein será colocado em exibição na Grã-Bretanha. O corpo do genial cientista foi cremado, mas, segundo o jornal The Guardian, o patologista Thomas Harvey, responsável pela autópsia, disse que o filho de Einstein deu-lhe permissão para preservar o cérebro para pesquisas (alegação que posteriormente foi contestada).

Harvey dividiu o cérebro em 240 partes, e duas delas estão sendo exibidas em Londres.

A mostra também conta com cerca de outros 150 objetos, entre cérebros inteiros preservados, desenhos do órgão, vídeos, fotos e manuscritos com estudos.

Segundo os organizadores, esses objetos mostram “a longa jornada para manipular e decifrar o mais especial e misterioso dos órgãos humanos, cujos segredos continuam a nos confundir e inspirar”.

Cérebro mumificado

O curador convidado da exposição, Marius Kwint, disse à BBC que outro destaque é um cérebro mumificado do Egito Antigo, de quase 5.000 anos atrás.

Também estão expostos cérebros preservados de pessoas completamente diferentes entre si: por exemplo, o do assassino do século 19 Edward Rulloff, dono de um dos maiores cérebros de que se tem notícia, acusado de ter matado sua mulher e filho e sentenciado à morte em 1871, por um outro assassinato cometido em Nova York em 1871; e o de Helen H. Gardener (1853-1925), uma respeitada defensora do voto feminino, que doou seu cérebro à ciência na tentativa de provar que cérebros de homens e mulheres eram igualmente capazes.

Fonte: R7 / BBC / Dan Kitwood/Getty Images

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